Google Mini substituído Hosted Site Search?

Nos próximos dias o Google tem planos para anunciar a substituição do seu Google Mini Search Appliance por uma nova solução de ferramenta de busca para empresas, chamada Hosted Site Search.

Provavelmente será um produto pago que permitirá às empresas pesquisar e acessar documentos dentro de seus sites além daqueles documentos que não estão disponíveis na interface HTTP, podendo assim, indexar arquivos em aplicações corporativas, sistemas de gerenciamento de conteúdo e sistemas legados .

O Hosted Site Search irá diferenciar-se automaticamente por incluir "páginas indexadas pelo Google". E tudo indica que as exibições destas páginas, dentro deste sistema, não afetará o page rank do site.

Os fornecedores que fabricam o Google Mini foram aconselhados a reduzir a produção do hardware, uma vez que em breve, o Google Mini será desativado.
Esta mudança de estratégia do Google foi entendida como uma resposta aos ganhos da Microsoft com sistema semelhante.

O Google Search Appliance disponibiliza instantaneamente dados perdidos em servidores web, servidores de arquivo, sistemas de gerenciamento de conteúdo, bancos de dados relacionados e aplicativos corporativos a partir da nossa conhecida da caixa de pesquisa. Por meio de uma interface tão simples e intuitiva quanto o Google.com.br, seus funcionários terão acesso instantâneo, em tempo real e seguro a todas as informações e conhecimentos da empresa em mais de 220 formatos de arquivo diferentes e em 109 idiomas.

O Mini é uma versão menos potente do Google Search Appliance e é fornecido em diversas versões. Cada Mini inclui todo o hardware, software e um ano de suporte. Outras versões pesquisam até 100.000, 200.000 ou 300.000 documentos. Como a atualização é fácil, o Mini é a solução perfeita para empresas em crescimento.

O Google Mini oferece a simplicidade e o poder do Google para pesquisa tecnológica universal a um preço excelente. Uma solução integrada de hardware e software, o Mini oferece verdade plug-and-play instalação e pode ser comprado on-line. Se você quiser pesquisar informações internas da sua empresa ou seu site público, o Mini tem os recursos para o seu negócio.
O Google Mini é uma solução integrada de hardware e software criada para ajudar sua organização a obter o máximo de seus ativos digitais. Para isso, ele fornece a capacidade e a produtividade da pesquisa do Google para seus documentos e sites – de maneira rápida, fácil e acessível.
Novos recursos doo Google Mini para tornam as empresas mais produtivas. O Mini inclui suporte a vários conjuntos de documentos para que ele possa ser usado por diversos departamentos, nas pesquisas em servidores de arquivo, na segurança em nível de documento com suporte para HTTP Básico, LDAP e NTLM e em relatórios otimizados com o Google Analytics. O Mini também pode gerar automaticamente um sitemap que facilita ao Google.com.br descobrir e rastrear o conteúdo público do site.
Dowlnload Google Mini 2.0: http://www.ziggi.com.br/downloads/11179.asp

Recentemente, o SEBRAE adquiriu o Google Search Appliance para pesquisa em seu portal. Fornecerá às micro e pequenas empresas um acesso facilitado a informação através da Busca Google.
http://www.buscacorporativa.com.br/2008/03/sebrae-adquire-google-search-appliance.html

Não está claro o que a decisão de encerrrar o GOOGLE MINI significa para o mercado da pesquisa corporativa, mas não seria surpresa se o Google implementasse uma solução "cloud-based".

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Mais sobre cloud-based:
Skytap Reveals Its Vision for Cloud-Based Services; Announces ‘Virtual Lab as a Service’
http://www.skytap.com/

Velhas notícias:
Google Mini oferece busca a pequenas empresas
http://idgnow.uol.com.br/

Perguntas mais frequentes sobre o Google Search Appliance:
http://www.holos.pt/

TV Digital no Brasil

Televisão Digital: os mitos por trás de uma escolha.

* José Roberto Gimenez

Muito se tem falado sobre HDTV , o Sistema de Televisão em Alta Definição , cujo padrão foi recentemente definido para o Brasil. Porém, nas diversas vezes em que procurei alguma informação sobre este assunto, constatei um profundo desconhecimento. Manifestações politizadas e acusações sem fundamento técnico permearam as discussões. Acabei por concluir que meu conhecimento estava muito acima daquele disponível pelas pessoas que normalmente ocupam espaço na mídia, e resolvi apresentar alguns pontos de vista que, acredito, sejam inéditos nessa discussão. Inicialmente é necessário distinguir o que é HDTV e o que é Televisão Digital . Estes dois conceitos estão envolvidos nesta discussão, porém eles significam coisas totalmente diferentes. HDTV é um novo sistema de televisão, cuja principal característica é a qualidade da imagem, representada tecnicamente pela resolução, ou número de linhas que compõem a imagem. No padrão tradicional a imagem é composta por 480 linhas visíveis na tela, enquanto nos padrões de HDTV este número de linhas chega a 1080. Este refinamento apresenta imagens mais nítidas, com mais definição de detalhes, porém exige mais recursos para seu armazenamento, transmissão e reprodução. Por outro lado, Televisão Digital significa um sistema de televisão em que a transmissão dos sinais e o tratamento das imagens ocorrem no formato digital, e não mais no formato analógico tradicionalmente utilizado.

Os sistemas digitais geralmente possuem superioridade tecnológica sobre os sistemas analógicos. Isto quer dizer que eles oferecem uma qualidade superior por menor preço. No nosso mundo, sempre que algo assim acontece determina o desaparecimento do sistema de qualidade inferior, pois ninguém quer pagar mais por algo que oferece menos. Os sistemas digitais somente se tornaram viáveis a partir do desenvolvimento da indústria de circuitos integrados, ocorrido nos últimos 20 anos. Com isso, observa-se uma tendência quase que generalizada de migrar os sistemas existentes, criados com tecnologia analógica, para a tecnologia digital. Assim como ocorre com a telefonia , também no caso da televisão, o que dificulta esta transição é a existência de todo um parque criado com equipamentos projetados para funcionar dentro de padrões estabelecidos há várias décadas atrás, quando nem mesmo o transistor era conhecido. No caso do sistema de televisão, a transição da tecnologia para o formato digital representa uma evolução natural que, de certa forma, já vem ocorrendo há algum tempo. Note-se, por exemplo, o desaparecimento dos vídeos cassetes, que gravam os sinais no formato analógico, para dar lugar aos aparelhos de DVD , que oferecem um resultado bastante superior a um custo cada vez menor. Neste particular, fica bastante evidente a vantagem da tecnologia digital, especialmente quando ocorre uma popularização dos produtos, pois o custo de produção cai extremamente. Por outro lado, nas geradoras e retransmissoras de TV, os sinais são processados e retransmitidos na forma digital. Apenas as transmissões para os aparelhos receptores domésticos é que ainda utilizam o formato analógico, devido à ubiqüidade destes equipamentos.

Um outro aspecto que incentiva a transição dos sinais analógicos de vídeo para o formato digital é sua maior conformidade com os sistemas de computação e integração com a internet. Além disso, existe um recurso bastante valioso para a difusão, que é o espectro de freqüências. Um canal de televisão convencional utiliza 6 MHz de faixa espectral, e esta faixa pode ser reduzida para apenas um quarto através da transmissão digital, mantendo-se a mesma definição da imagem. Esta característica representa um grande apelo na competição pelo uso do espectro, pois seria possível multiplicar por quatro o número de canais no espaço hoje reservado para o sistema aberto de televisão, mantendo-se a atual definição.

Concluindo esta questão inicial, é preciso notar que existe uma necessidade premente de abandonar o padrão atual analógico de televisão, seja para manter o sistema na mesma qualidade de imagem, seja para evoluir para um padrão de Alta Definição . Ou seja, a grande discussão que houve para a escolha de um novo sistema de TV foi para a definição de um padrão de Televisão Digital. Este novo padrão de televisão digital abre a possibilidade de se fazer transmissões HDTV, as quais possuem uma qualidade superior de imagem. É claro que a Alta Definição é o grande apelo desta transição e também é fácil imaginar que em breve futuro este sistema deverá prevalecer a ponto de extinguir o existente atualmente. Embora o padrão escolhido realmente disponha de meios para a transmissão de TV na definição convencional, acredito que isto não represente um grande estímulo para a fabricação de televisores digitais com a resolução tradicional. Em linhas gerais, o sistema de televisão atualmente em uso no Brasil utiliza imagens que se enquadram em uma matriz de 480 linhas por 640 colunas, o que resulta em 307 Kilopixel em cada quadro da imagem. O sistema de HDTV utiliza uma tela com um aspecto mais retangular, com a proporção de 9 X 16 ao invés do tradicional 3 X 4. O número de pixel na tela é dado por uma matriz de 1080 linhas por 1920 colunas, o que resulta em aproximadamente 2 Megapixel por quadro.

Em ambos os sistemas ocorre a exibição de 30 quadros por segundo. É fácil concluir que esse aumento na definição da imagem implica em um aumento de quase sete vezes na quantidade de informação, o que significa canais com taxas de transferência ampliadas nesta mesma proporção. Além disso, os conteúdos com vídeo em alta definição também exigem muito mais espaço de memória para serem armazenados. Já existe uma nova geração de DVD, capaz de fazer frente às novas exigências da HDTV e que amplia em várias vezes a capacidade do atual formato de DVD. Também neste caso temos ao menos dois padrões concorrentes disputando este promissor mercado de mídia digital: O HD DVD e o Blu-ray . Como conseqüência de uma maior taxa de transferência de informação, os canais de HDTV também exigem uma maior faixa do espectro de freqüências. Um canal de HDTV normalmente ocupa 6 MHz, que é a mesma faixa até então utilizada no sistema analógico. Dessa forma, a faixa espectral que comporta um canal de HDTV pode comportar até quatro canais digitais de TV com a definição tradicional.

O padrão brasileiro de Televisão Digital

É possível que o Brasil tenha feito uma escolha acertada no padrão de Televisão Digital. Entretanto, a componente benéfica desta dúvida reside mais no acaso e nas incertezas do futuro do que nos esforços envolvidos na escolha, pois as diretrizes não foram razoáveis e menos razoáveis ainda foram os motivos que pretenderam justificar a escolha com base nestas diretrizes. Não se escolhe um padrão que deverá estabelecer por muitas décadas a forma de fabricação dos equipamentos utilizados por milhões de pessoas em um país sob uma ótica tão imediatista. Este sistema de Televisão Digital será utilizado por nossos filhos, netos e bisnetos. Os maiores usuários deste sistema serão constituídos de gente que ainda nem nasceu. É lamentável ver representantes do governo virem a público mencionar que "existe uma empresa que se comprometeu a fabricar os set-top-boxes por R$ 20,00 a menos caso o sistema X seja escolhido". É claro que existem coisas ainda mais lamentáveis: que o setor público delegue para pessoas sem qualquer conhecimento técnico poderes para decidir sobre assuntos que absolutamente desconhecem. A tecnologia evolui muito rapidamente, permitindo que produtos inicialmente fabricados a um custo elevado se tornem brevemente muito acessíveis. Os fatores que determinam os custos dos produtos devem ser levados em conta com bastante ênfase, porém não os custos atuais, que nada representam em um cenário de médio prazo. Questões de monopólio, reservas de mercado e facilidades de importação são fatores mais preponderantes sobre a determinação do custo dos equipamentos do que o preço de produção atual, que está a apenas um palmo do nariz. Outra idéia estranha que foi bastante disseminada e ridiculamente repetida é que o padrão a ser escolhido deveria promover a "inclusão digital", significando este requisito que a escolha deveria privilegiar o sistema mais acessível ao público de baixa renda. Eu não deixo de louvar a beleza de coração contida nesta preocupação, mas acredito que essa faixa da população tenha outras prioridades, não relacionadas com a definição de imagem de seus programas de vídeo.

A qualidade técnica do padrão a ser escolhido é um item que deve merecer bastante atenção. E neste aspecto o Brasil conta com o benefício de estar atrasado em relação aos países do primeiro mundo, podendo escolher uma tecnologia melhor desenvolvida. Entretanto, deve- se tomar cuidado para que a escolha não seja dominada por um preciosismo tecnicista, pois sabemos que os padrões em uso atualmente atendem às necessidades de seus usuários, sendo cosméticas as diferenças de desempenho entre estes padrões. Outra questão de relevância nesta discussão é a nacionalização tecnológica. O Brasil chegou a desenvolver um sistema de Televisão Digital que recebeu o nome SORCER. Este sistema, que apresenta características similares aos demais padrões existentes em qualidade poderia perfeitamente ser adotado, ficando o Brasil com um sistema de Televisão Digital independente e único no mundo. Contudo, é importante lembrar que uma medida como esta representa a imposição de uma reserva de mercado. Se por um lado privilegia a indústria nacional, por outro lado também cria um isolamento que deixa o mercado consumidor nas mãos de um oligopólio. Além disso, uma decisão deste tipo exigiria o empenho do governo no desenvolvimento do parque industrial brasileiro e no controle de abusos por parte dos fornecedores, visando a proteção dos consumidores. Infelizmente, o Brasil não tem um bom histórico de gerir políticas que favoreçam seu próprio interesse ou o de sua população. E por último, a questão que mais me chama a atenção, que é a exigência de contrapartidas para a adoção deste ou daquele padrão. Eu não entendo por que alguém ou algum organismo externo ao nosso país estaria disposto a pagar para que fizéssemos a melhor escolha. Além disso, se existe um padrão que seja superior, é nosso dever prestigiá- lo, sem que cobremos nada por este ato de reconhecimento. A forma como o Brasil negociou o padrão de Televisão Digital me lembra mais um processo de prostituição do que de escolha de um padrão. É certo que a digitalização do sistema de TV envolverá investimentos da ordem de muitos bilhões de reais, o que é expressivo para a economia nacional. E exatamente por este motivo, esta escolha deveria contabilizar exclusivamente o interesse da sociedade brasileira, e não o de fabricantes e investidores internacionais. A abertura paraoferta de contrapartidas acabou reduzindo a definição do padrão de Televisão Digital brasileiro a um leilão em que prevaleceram os interesses econômicos das grandes corporações O aspecto de maior importância, e que ficou praticamente esquecido em toda a discussão, reside basicamente na essência da palavra "padronização", que deveria significar a busca por um sistema que fosse único no mundo. Qualquer brasileiro que viaja para a Europa levando seu telefone celular entende como foi sábia a implantação do sistema GSM de telefonia celular no Brasil.

A adoção de um mesmo padrão por diferentes países representa capacidade de entendimento entre os povos, permite que equipamentos de origens diferentes, produzidos em países diferentes, possam integrar um mesmo sistema. Desnecessário mencionar os benefícios que uma padronização inteligente oferece ao comércio entre países e à integração mundial. Nesse contexto, a padronização de um sistema exclusivo para o Brasil não faz o menor sentido. A padronização deveria se limitar a escolher um dos sistemas atualmente em uso e adotá-lo integralmente. Eventuais modificações no sentido de adaptá-lo à nossa realidade poderiam ser implementadas, desde que não o tornasse incompatível com o sistema original. Existem apenas quatro sistemas de TV digital aberta em uso no planeta: ATSC (adotado nos Estados Unidos, Canadá, México, Guatemala, Honduras e Coréia do Sul), DVB-T (utilizado em cerca de 60 países, incluindo União Européia, Rússia, Índia, Filipinas, Malásia, Arábia Saudita, Turquia, Vietnã, Nova Zelândia, Austrália e Irã), BMD (china) e ISDB (Japão). Qualquer um destes sistemas poderia perfeitamente ser adaptado para o Brasil. Entretanto, é preciso notar que os sistemas BMD e ISDB são utilizados em um único país e não constituem aquilo que deveríamos entender como um padrão de aceitação internacional. A atitude que se devia esperar do Brasil era a de convocar os demais países da América do Sul, talvez utilizando o Mercosul, para eleger um padrão de Televisão Digital a ser implantado em todos os países do continente, talvez corrigindo um erro histórico que foi a adoção do sistema de TV em cores no Brasil. Uma escolha deste tipo iria beneficiar o comércio e muitos outros aspectos das relações entre estes países. Críticas à escolha do padrão brasileiro No início da década de 70 o Brasil realizou um processo para a definição de um padrão para a transmissão de sinais de TV em cores. Este processo culminou com a definição do padrão PAL-M sob a justificativa de que este era um padrão tecnicamente superior. Devo concordar que era mesmo, pois incorporava algumas inovações para correção de desvio de fase da portadora de croma. É possível que com isso os brasileiros assistiram a imagens de melhor qualidade nos últimos 30 anos, embora este diferencial técnico não seja muito perceptível na tela da TV. Porém, tiveram que amargar os problemas de incompatibilidade de sistema quando surgiram os primeiros aparelhos de vídeo cassete, que eram NTSC e necessitavam de conversores para serem utilizados.

Na década de 80 surgiu no Brasil uma verdadeira indústria de transcodificação, que adaptava aparelhos de vídeo importados, com saída NTSC, para o padrão de vídeo PAL-M. A mesma coisa se repetiu quando surgiram os primeiros vídeo games. Os DVDs já não encontraram este problema, por que a partir de certo momento os fabricantes brasileiros passaram a incorporar dois sistemas de cores nos televisores nacionais. O Brasil insiste em repetir os mesmos erros do passado. Em breve os computadores portáteis terão todos um módulo para recepção de sinais de Televisão Digital. Não é necessário ter muita imaginação para prever isso, além de muitas outras facilidades que a convergência digital deve trazer muito em breve. Infelizmente, o brasileiro estará novamente sujeito aos inconvenientes da incompatibilidade de sistemas e escravo da extorsão de preços praticada pelo mercado nacional. É possível que os produtos brasileiros passem a incorporar vários padrões para minimizar os efeitos dessa escolha. Porém, os países que adotaram padrões consagrados dificilmente pensarão em compatibilizar seus produtos com a nossa escolha. Por sorte o Japão é um grande exportador de produtos eletrônicos, de forma que ao menos os produtos de origem japonesa terão compatibilidade com o nosso sistema. Muito se tem especulado sobre a opção brasileira, inclusive dizendo que o padrão escolhido beneficiaria tecnicamente as grandes emissoras de TV . É certo que houve um lobby muito forte destas emissoras e de todas as grandes corporações interessadas na nova tecnologia de televisão, porém, não é verdade que o padrão ISDB traria alguma vantagem técnica que poderia privilegiar este ou aquele setor. Os fabricantes estão capacitados a produzir equipamentos qualquer que seja o padrão escolhido, não havendo razão para se preocuparem.

As grandes emissoras, que claramente exerceram as maiores pressões em favor desse padrão, também teriam o mesmo trabalho e as mesmas dificuldades, não importando a particular escolha. Na certa teriam que se valer de fornecedores diferentes para se equiparem, e esta sim seria uma boa razão. Talvez a maior preocupação das grandes emissoras é que surgisse alguma idéia inovadora que alterasse totalmente o modelo de retransmissão de sinais de vídeo adotado atualmente no país para algo mais eficaz e que mudasse o paradigma de distribuição existente. Modelos que aproveitassem os recursos disponíveis pelas empresas de telecomunicações, que criassem novos atores no cenário da distribuição de sinais, ou que permitissem que os canais fossem transportados em bloco até o consumidor final, criando uma TV aberta nos mesmos moldes técnicos que funciona a TV por assinatura. Entretanto, não obstante o clima de suspeita que acometeu todo o processo de escolha, houve ao menos uma pessoa que deixou sua posição absolutamente clara depois de encerrado o processo de escolha. Foi o ministro das comunicações que, se esquecendo de sua função à frente de uma pasta que representa o poder público, passou a defender sem qualquer pudor os interesses das emissoras de TV, pretendendo alterar o padrão já escolhido de forma a incluir um mecanismo DRM, de proteção à cópia. A pretensão do ministro, de incluir um mecanismo proprietário de restrição tecnológica em um sistema público de radiodifusão representa uma apoteose cômica para um processo iniciado sob a quixotesca bandeira da "inclusão digital". É preciso ter bem claro o que é uma TV aberta e nunca esquecer que seus detentores são agentes que receberam uma concessão do estado para entretenimento público. Aquilo que passa na TV aberta é para ser público. E sendo público, o consumidor tem o direito de gravar. E tendo gravado, ele tem o direito de fazer edições para guardar este material da forma que melhor lhe aprouver. Por outro lado, é um absurdo que um ministro de estado pactue com idéias que ferem frontalmente o direito dos consumidores. Quem adquire um equipamento para efetuar gravações pessoais tem o direito de usá-lo plenamente e de decidir sobre o que deseja e o que não deseja gravar. Não é a emissora que deve governar estas decisões, e sim o expectador. Querer que ele pague mais caro para ter um sistema que somente funciona quando a emissora deseja é um disparate somente comparável ao de considerar a gravação de TV aberta como uma ação de pirataria. Ou então de imaginar que pirataria se combate com aborrecimentos aos consumidores. O estado atual do sistema de Televisão Digital Segundo o cronograma oficial de implantação da Televisão Digital no Brasil, as primeiras transmissões deverão ocorrer em dezembro deste ano, começando pela cidade de São Paulo. Espera-se que em 10 anos o sistema analógico, atualmente em uso, esteja totalmente convertido e possa ser desativado. Durante este período as emissoras deverão realizar duas emissões: uma para os receptores convencionais e outra para os equipamentos digitais. Ainda não existem televisores disponíveis para a recepção dos sinais digitais. Inicialmente as transmissões, que deverão privilegiar HDTV, serão recebidas usando-se set-top-boxes: pequenas caixas que convertem o sinal digital recebido pela antena para sinal de vídeo, a ser aplicado aos televisores. Os receptores de plasma ou de LCD atualmente disponíveis nas lojas, mesmo aqueles que possuem alta definição, não serão suficientes para a recepção destes sinais, pois em geral não se adaptam ao padrão de Televisão Digital definido para o Brasil. Conclusão Muito embora o processo de definição do padrão de Televisão Digital tenha pecado no estabelecimento de seus objetivos e sofrido uma excessiva interferência de interesses alheios ao da população, é possível que o Brasil ainda assim tenha feito uma boa escolha. Em meu entender um processo de padronização deve buscar a compatibilidade dos sistemas ao nível mais elevado possível, para que os consumidores obtenham plena utilização de seus equipamentos. Essa deveria ser a principal meta a ser perseguida. Entretanto, pouca atenção foi dada a este aspecto, chegando-se ao extremo da principal autoridade envolvida no processo propor mecanismos para restrição, para bloqueio, para evitar que funcione, em uma total inversão do que se devia esperar de um mecanismo constituído para a definição de um padrão aberto. Não acredito que a investida do ministro Hélio Costa contra a liberdade dos consumidores venha a ter êxito pelo flagrante absurdo que ela representa, mas fica uma sensação de que a sociedade deveria ter mais controle sobre questões de seu interesse, especialmente quando aspectos de complexidade técnica estão envolvidos.

Quem se interessar pelo assunto verá que estamos na iminência se sermos atropelados pela mesma insensatez existente no DVD, em que um filme adquirido legitimamente nos EUA ou na Europa não funciona nos aparelhos brasileiros, dada a ganância burra e míope da indústria fonográfica, que conseguiu através de lobbys inserir restrições tecnológicas no sistema de DVD. Hoje, no Brasil, essa mesma forma sovina e infeliz de pensar está representada pelo cartel das grandes emissoras de TV, que querem inserir um mecanismo DRM no padrão brasileiro de Televisão Digital para evitar que o expectador possa gravar os programas da TV (isso mesmo – da TV aberta!!!).

Entretanto, o que me deixa mais perplexo é observar que após anos de discussão envolvendo técnicos de grande gabarito e entidades supostamente sérias, a decisão sobre um item de importância fundamental no sistema de TV Digital será dada olha por quem? tcham, tcham, tcham, tcham…

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u321606.shtml

Me digam se este pais é serio!!!

* José Roberto Bollis Gimenez – Graduado em engenharia eletrônica pela UNICAMP em 1985. Recebeu os títulos de mestre e doutor em Comunicação de Dados também pela UNICAMP em 1988 e 1995. Ingressou na UNESP em 1990, onde trabalhou na implantação da UnespNET. Também é responsável pelos projetos de Videoconferência e de Telefonia IP. Atualmente coordena a área de TI do projeto GridUNESP. De 1997 a 2004 atuou como coordenador do curso de Mestrado em Ciência da Computação na UNG, onde também exerceu atividades de docência e pesquisa. Prezados colegas, Com a preocupação de esclarecer diversos pontos sobre o sistema de TV Digital que será adotado no Brasil, eu escrevi um artigo que foi publicado pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP em: http://www.unesp.br/aci/debate/tv.php

Tivo no Brasil

Será que o Sky+ ainda chega lá?

Quantas pessoas são aficcionadas por TV por assinatura, mas não conseguem assistir a seus programas preferidos devido a alguma incompatibilidade de horários? Quem não perdeu a estréia ou o final de uma série idolatrada, devido a um compromisso de última hora? Há alguns anos estas pessoas sonham com a disponibilidade do Tivo em terras brasileiras. O – Tivo – é um sistema de gravação digital automática de programas de TV, muito utilizado nos EUA. Também conhecido como gravador de vídeo digital (DVR – Digital Video Recorder) ou ainda “gravador de vídeo pessoal” (PVR – Personal Video Recorder). Explicando de uma maneira bem simples: o Tivo é um decodificador de TV por assinatura, compatível com sistemas de cabo e satélite, e que possui um software e um hard disk interno, permitindo a gravação digital de programas. Trata-se de uma caixa – na verdade um pequeno computador simplificado – capaz de gravar, armazenar e tocar vídeo digital. Um sonho de consumo para os amantes da boa TV. Mas, após vários contatos com a Tivo , ficamos sabendo que eles não têm plano algum de aportar no Brasil, segundo eles “…porque acreditamos que não há mercado para este sistema no Brasil”.

Por outro lado, há tempos existe um sistema semelhante ao Tivo , com alguns recursos a menos, mas que atende muito bem às principais necessidades de quem gosta de TV por assinatura. Trata-se do sistema Sky+. Semelhante ao Tivo , o Sky+ é um decodificador de TV digital via satélite, acoplado a um sistema de gravação em hard disk. O sistema é compatível com a TV por assinatura Sky , a qual se uniu no ano passado com a DiretcTV. O problema é que o sistema Sky+ tinha, até algum tempo atrás, um custo muito proibitivo para o mercado doméstico Brasileiro. No ano passado, um decodificador Sky+ com capacidade inicial para 50 horas de gravação, custava algo em torno de R$ 1.500,00 , à vista. Isso sempre fez com que a sua abrangência fosse muito restrita, e que o produto fosse praticamente desconhecido até mesmo pelos assinantes da Sky.

A boa notícia é que, desde o início do mês de julho, o sistema Sky+ sofreu uma queda significativa de preços, beneficiada pela redução dos impostos sobre equipamentos de telemática e pela quada do Dólar. O equipamento está disponível diretamente na Sky por R$ 399,00 em 10 vezes, para os assinantes atuais. Além disso, o equipamento passou por uma atualização significativa e agora armazena 100 horas de programas. O sistema é muito simples e intuitivo de ser utilizado, e toda a programação e o uso é feito por um controle remoto simplificado. Mas, não pense em algo como as antigas programações dos antigos videocassetes. Tudo é orientado na tela da TV. É possível programas gravações por horário, usar uma “pausa ao vivo” e retroceder ou avançar a imagens, dentre diversos outros recursos.
Isso sem falar que é possível a assistir a um canal e gravar outro, ao mesmo tempo, ou mesmo gravar dois canais simultâneamente. É algo genial para quem aprecia TV por assinatura.

A má notícia é que não é muito fácil falar com o atendimento da Sky. O telefone 4004-1001 demora uma eternidade para te colocar em contato com um humano. Nas vezes em que tentamos contato, a espera chegou a ser em torno de 20 a 30 minutos. Mas, depois que se consegue falar com um atendente, o atendimento é muito bom.

Tivo HD

Infelizmente o Sky+ não tem um recurso fantástico que o Tivo possui: a programação à distância. No Sky+ você precisa estar na sua TV, com o controle remoto na mão, para reservar ou programar a gravação. No Tivo você acessa uma página Web com uma senha, que permite que, através da Internet, você solicite a gravação de um programa mesmo estando a centenas de quilômetros do seu televisor. Isso sem falar na interface wireless… Mas creio que o Sky+ , filhote do Tivo , ainda chega lá. Uma excelente opção, enquanto o Tivo não vem. Se é que vem.

Softwares para converter vídeos

Soluções “quase” grátis para converter teus vídeos para qualquer formato.

Economize usando shareware! Existem muitas soluções para aqueles que desejam gastar pouco para fazer conversão de seus vídeos. As soluções econômicas são normalemente implementadas a aprtir de um software gratuito, que inicialmente não custa nada para usá-lo. As funcionalidades destas aplicações econômicas não são tantas como aquelas de softwares pagos, mas seguramente são satisfatórias para a maioria das pessoas que desejam converter seus vídeos.

Visual Hub

* Visão Geral:
Visual Hub é somente para MACs e certamente compete com o Super, que somente está disponível para Windows. O Visual Hub fornece uma solução simples e incrivelmente rápida ara fazer encoding de vídeo; e possui muitas funcionalidades avançadas para aqueles que desejam ir além do setup inicial. VisualHub supera o QuickTime Pro em termos de velocidade e formatos.
* Preço: 23.32 dólares
* Arquivos de Input: Visual Hub suporta “quase todos os formatos existente “.
* Arquivos de Output: Visual Hub faz conversão de todos os teus vídeos para os seguintes formatos:

  • iPod
  • PSP
  • DV
  • DVD
  • Tivo
  • AVI
  • MP4
  • WMV
  • MPEG
  • Apple TV
  • Flash – formato FLV e SWF

* Funcionalidades avançadas: Cortar, redimensionar, altertar o bit rate, colar vários arquivos de vídeo em um só, controle de granulação do vídeo e várias opções de encoding ( conversao e compressão).
* Codificação em grupo:sim
* Requisistos do sistema: Mac OSX 3.9 ou superior
* Facilidades: pode fazer o download aqui e comprar Visual Hub diretamente do site deles.

AVS Video Converter

* Visão Geral: AVS Video Converter é muito intuitivo e fácil de usar. Inicialmente você deve escolher qual dispositivo reproduzirá o vídeo ( Por exemplo: iPod e PSP); e depois te mostra um menu para escolher o formato de compressão.
* Preço: 39.95 dólares como parte da promoção de 4 instrumentos em 1 AVS.
* Arquivos de Input: AVS oferece vários formatos de vídeo, incluindo:

  • AVI (DivX, XviD, etc.)
  • DV
  • AVI
  • MP4 (inclui Sony PSP e Apple iPod)
  • WMV
  • 3GP
  • 3G2
  • QuickTime (MOV, QT)
  • SWF
  • DVD
  • VOB
  • VRO
  • MPG
  • MPEG 1,2,4
  • DAT
  • VCD
  • SVCD
  • ASF
  • ASX
  • MJPEG
  • H.263 e H.264
  • Real Video (RM, RMVB)
  • DVR-MS
  • MKV
  • OGM
  • FLV

* Arquivos de Output: iguais aos ítens acima
* Funcionalidades avançadas: pode-se unir e separar vídeos diversos, editar em um timeline podendo apagar trechos indesejados, rotacionar, acresccentar títulos e créditos.
* Codificação em grupo:sim
* Requisistos do sistema: Windows 2000, XP, 2003 pelo menos processador de 1000 MHz, 128 MB RAM e com DirectX 9.0 instalado
* Facilidades: pode ser comprado aqui e baixado do site da AVS Video Converter.

Quicktime Pro

* Visão Geral: além das funcionalidades extras que oferece além de seus concorrentes, seja pra Mac ou para Windows, Quicktime Pro oferece interessantes opções de encoding e diversos efeitos de vídeo. * Preço: 29.99 dólares. * Arquivos de Input: impressionante lista de formatos aceitos:

  • 3DMF (Mac OS 9 & Windows)
  • 3GPP
  • 3GPP2
  • AIFF
  • AMC
  • AMR
  • GIF Animate
  • AU
  • Audio CD Data (Mac OS 9)
  • AVI
  • BMP
  • CAF (Mac OS X)
  • Cubic VR
  • DLS
  • DV
  • FLC
  • GIF
  • GSM
  • JPEG 2000
  • JPEG/JFIF
  • Karaoke
  • MacPaint
  • MIDI
  • MPEG-1
  • MP3(MPEG-1, Layer 3)
  • M3U(MP3 Playlist)
  • MPEG-2
  • MPEG-4
  • MQV
  • M4A, M4B, M4P (iTunes 4 audio)
  • M4V (iTunes vídeo)
  • PDF (Mac OS X)
  • Photoshop
  • PICS
  • PICT
  • PLS
  • PNG
  • Quartz Composer Composition (Mac OS X)
  • QCP (Mac OS 9 & Windows)
  • QuickTime Image File
  • QuickTime Movie
  • SD2 (Mac OS 9 & Windows)
  • SDP
  • SDV
  • SF2 (SoundFont 2)
  • SGI
  • SMIL
  • Targa
  • Text
  • TIFF
  • TIFF Fax
  • VDU (Sony Video Disk Unit)
  • Virtual Reality (VR)
  • Wave

* Arquivos de Output: o Quicktime possui também uma grande lista de formatos de output, que pode ser extendida com a utilização de plugins de outros desenvolvedores de softwares. Os formatos que vêm junto com o software, são:

  • 3GPP e 3GPP2
  • AIFF
  • AMC
  • AU
  • AVI
  • BMP
  • DV Stream
  • FLC
  • Image Sequence movie exporters
  • JPEG/JFIF
  • JPEG 2000
  • MacPaint
  • MIDI
  • MPEG-4
  • Photoshop
  • PICT
  • PNG
  • QuickTime Image File
  • QuickTime Movie
  • SGI
  • System 7 Sound
  • Targa
  • Text
  • TIFF
  • WAV

* Funcionalidades avançadas: além do controle de granulosidade nas opções de compressão, o QuickTime Pro oferece vários efeitos de vídeo, incluindo um Alpha gain, Blur, balanceamento de cores, contraste, efeito de lente, zoom, entre outros mais. * Codificação em grupo: sim * Requisistos do sistema: Quicktime 7. Para OSX processador Intel de 400 MHz ou Power PC G3, pelo menos 128MB de RAM e Mac OS X v10.3.9 ou superior. Para Windows os requisitos mínimos são um computador com Pentium ou compatível, pelo menos128MB de RAM e Windows 2000 Service Pack 4 ou XP. * Facilidades: pode comprar um serial number para Quicktime Pro no site da Apple.

Soluções de Softwares de Vídeo – Grátis

Saiba mais sobre conversão e compressão de vídeos.

Primeira parte do Guia de conversão e compressão ( encoding) para você utilizar nos teus vídeos.Mostrarei algumas opções que estão disponíveis no mercado, entre elas, soluções gratuitas e profissionais para conversão de vídeos.
A compressão de vídeo é um processo inicia-se com a utilização de um material de vídeo original (seja este uma gravação da sua câmera de vídeo, web cam ou qualquer outro “device”, como uma câmera fotográfica ou celular), procede-se a conversão e converssão do vídeo utilizando um codec, e finaliza-se com a distribuição através de uma mídia: Internet , DVD ou CDROM.
Se deseja criar um vídeo que deverá ser assistido no formato HD-DVD, você escolherá uma compressão ( encoding) de vídeo diferente daquele que utilizaria, caso publicasse este mesmo vídeo, na Internet utilizando o YouTube. Enquanto o formato digital HD-DVD possui alta qualidade e alta resolução (veja mais sobre formato compatível HD-DVD), o vídeo feito para o You Tube deve estar comprimido em um arquivo pequeno, seguindo as especificações do YouTube, que facilitará aa distribuição pela web.O processo de conversão de vídeos é aquele no qual se utiliza de um arquivo de vídeo de um certo tipo, e transforma-o em outro formato. Por exemplo, você pode baixar um vídeo do You Tube e depois, convertê-lo para ser reproduzido no seu iPod, na sua TV ou computador, usando Softwares Livres.
Então, neste caso, a conversão se daria de um formato nativo “You Tube” (Flash Vídeo) para o formato final desejado.
Convém salientar que nenhum vídeo “melhora” após uma conversão ( codifição). Sempre haverá um perda de definição do vídeo, devido ao uso de codecs para compressão dos pixels que formam a imagem em movimento.
Este Guia, está organizado segundos os seguintes critérios:

  • Visão Geral: em quais ítens um método se diferencia de outro.
  • Preço: se a conversão de vídeo é grátis ou não, quanto custa para utilizar ou comprar o serviço.
  • Tipos de arquivos de input: quais formatos de vídeo dos quais se pode converter.
  • Tipos de arquivos de output: quais formatos de vídeo dos quais se pode obter após a conversão.
  • Funcionalidades avançadas: se existem ítens avançados, como por exemplo, escolher entre encoding VBR e CBR; ou, editar o vídeo.
  • Codificação em grupo (Encoding batch): possibilidade de colocar os vídeos em uma lista de execução, codificando em grupos de vídeos, e assim deixar o processo de conversão acontecer durante a sua ausência da frente do computador .
  • Requisitos de sistema: qual o sistema operacional, Windows XP, MACOSX, LINUX, e quais as especificações técnicas para utilização do software ou serviço.
  • Facilidades: – aonde pode comprar, “downlodear” (baixar) ou utilizar online o software ou serviço.

Soluções de Softwares de Vídeo – Grátis


Existem muitas soluções gratuitas
para que desejam converter vídeos de maneira econômica, muitas delas fazem uso de duas aplicações cross-plataform, isto é em Linux, chamados de MPlayer e FFMpeg. Se você quiser mais detalhes sobre projeto open-source de conversão de vídeos, leia mais em FFMPEG e MPlayer / MEncoder. Para aqueles que desejam uma maneira simples para converter vídeos através de softwares gráris, seguem algumas soluções:

MPlayer / MEncoder OSX

mp_player_encoder

  • Visão Geral: aplicação ( software) para Mac do popular software cross-platform MPlayer . Fornece uma interface simple e fácil de usar, com a qual se pode converter rapidamente teus vídeos em vários formatos.
  • Preço: grátis
  • Arquivos de Input:
    • MPEG-1 (VCD) e MPEG-2 (SVCD/DVD/DVB) vídeo
    • MPEG-4 em todos os tipos: DivX, OpenDivX (DivX4), DivX 5 (Pro), XviD
    • Windows Media Video 7/8 (WMV1/2)
    • Windows Media Video 9 (WMV3) (utilizando x86 DLL)
    • RealVideo 1.0, 2.0 (G2), RealVideo 3.0 (RP8), 4.0 (RP9)
    • Sorenson v1/v3 (SVQ1/SVQ3), Cinepak, RPZA e outros codecs para QuickTime
    • DV vídeo
    • 3ivx
    • Intel Indeo3 (3.1, 3.2)
    • Intel Indeo 4.1 e 5.0 (usando DLL x86 ou codecXAnim)
    • VIVO 1.0, 2.0, I263 e outros tipos: H.263(+) (usando x86 DLL)
    • MJPEG, AVID, VCR2, ASV2 e outros formatos de hardware
    • FLI/FLC
    • HuffYUV
  • Arquivos de Output: iguais ao de input
  • Funcionalidades avançadas: redimensão do filme , extração e colocação de legendas , preservação do aspect ratio, two-pass encoding, cortar um área específica do vídeo, e várias opções de compressão (encoding).
  • Codificação em grupo: não
  • Requisistos do sistema: software para Mac, funciona em Mac OSX. Pode-se encontrar o MPlayer e MEncoder para outros sistemas operativos no site: web MPlayer
  • Facilidades: faça o download direto da página do SourceForge

Riva FLV Encoder

riva

  • Visão Geral: a Riva além de oferecee este encoder FLV gratis, possui outras soluções de compressão (encoding) comercial .Esta é a solução bastante útil para converter o formato FLV ( FLASH VÍDEO) , atualmente muito popular por causa do You Tube).
  • Preço: grátis.
  • Arquivos de Input:
    • AVI
    • MPEG
    • Quicktime
    • WMV
  • Arquivos de Output: FLV
  • Funcionalidades avançadas: edita ovídeo, adiciona bordas personalisadas e coloridasi, faz deinterlaciamento
  • Codificação em grupo: não
  • Requisistos do sistema: Windows 98 ou superior, 64 MB RAM, Pentium 1 GHz ou superior.
  • Facilidades: faça download FLV Encoder do site: web Riva

Super

super

  • Visão Geral: Super é um compressor/convertor para Windows muito fácil de utilizar. Todos os codecs estão incluidos no program, transformando o Super em uma software gratuito muito poderoso e simples ao mesmo tempo.
  • Preço: grátis.
  • Arquivos de Input: Na lista dos formatos suportados encontramos:
    • 3gp/3g2(Nokia, Siemens, Sony, Ericsson)
    • ASF
    • avi (DivX, H263, H263+, H264, XviD, MPEG4, MSmpeg4)
    • ADT
    • fli, flc, flv (formato do Flash)
    • MKV
    • MPG (Mpeg I, Mpeg II)
    • mov(H263, H263+, H264, MPEG4 )
    • mp4(H263, H263+, H264, MPEG4)
    • ogg
    • qt
    • rm, ram, rmvb
    • str (formato PlayStation)
    • swf (formato Flash)
    • ts (formato HDTV)
    • VIV
    • VOB
    • WMV ( Windows Media Player)
  • Arquivos de Output: iguais ao de input.
  • Funcionalidades avançadas: fácil confguração dos parâmetros de vídeos (dimensão, fps e bitrate) durante a compressão, existência de perfil unico avançado de formato H.264, incorpora também o Multimedia File Analyzing para exibir ‘tags” e estrutura interna do arquivo.
  • Codificação em grupo: sim
  • Requisistos do sistema: compatível com Windows 98 ou superior.
  • Facilidades: faça download do Super diretamente do site deles.

Mais sobre TV grátis, online, na web

A TV é o meio de comunicação mais poderoso de nossa cultura, e está de mudança para a internet.

Pesquisando sobre TV grátis na Web, encontrei o software Democracy Player.
Tão fácil como ligar a TV.
Democracy Player é um software para “tocar” video que traz o conceito de tv grátis online ou Internet TV. Com o Democracy TV Player, você assiste, baixa e gerencia vídeos on-line.
O programa de vídeo é gratuito, open-source e o funciona também como um leitor de canais de RSS.
O Democracy é uma mão na roda para as pessoas que gostam de assistir vídeo na internet, sejam eles do YouTube e do Google Video.
Alguns chamam de ‘TiVo para a internet’ ou ‘Firefox para vídeos’

A interface é muito fácil e o software disponibiliza ferramentas eficientes para você ver TV no computador.
O programa, possui um Channel Guide que já vem configurado com mais de 1000 canais de vídeo.
Estes canais de vídeos são fontes ( feeds) RSS que informam ao player qual vídeo ainda não foi baixado.
Ao abrir o programa, os novos vídeos dos canais de RSS são baixados automaticamente. Você também podem criar e compartilhar seu próprio canal de TV na internet.
O Democracy Player é gratuito, seu código é aberto, e é desenvolvido por uma organização sem fins lucrativos. Os desenvolvedores dizem que objetivo não é o lucro e sim, o oferecer a você a melhor experiência de vídeo possível. Os melhores vídeos de qualquer lugar na internet na tela do seu computador.
A televisão é o meio de comunicação mais poderoso de nossa cultura, e está de mudança para a internet.
Há uma grande oportunidade para que novas vozes sejam ouvidas. Mas se o vídeo na internet for dominado por apenas um ou dois grandes websites, nós todos teremos um grande problema.
Abertura, competição e descentralização fazem a internet funcionar.
Precisamos garantir que o vídeo online tenha a mesma liberdade.

Existe versões para os seguintes sistemas:

MACOSX versao 0.9.5.3: Download
Windows Version 0.9.5.3: Download
Linux Version: 0.9.5.3:
Download para Fedora
Download para UBUNTU
Download para Debian

Características do DEMOCRACY:

1. Assista todos os teus vídeos.
Assita qualquer formato de vídeo : Quick Time, Windows Media Player, MPEG, AVI, XVID. Organize sua coleção de vídeos, faça sua lista de favoritos e playlists.
2. Veja shows que são transmitidos grátis pela Internet.
Assine qualquer canal de vídeo RSS, podcast ou video blog. Explore os mais de 1000 canais que já são disponibilizados quando você instala o Democracy
3. Procure vídeos no You Tube.
Faça download esalve vídeos do YouTUbe, Google Video , Yahoo Video e de outros sites.
4. Tenha um TV em alta definição, em tela cheia, no seu computador.
Veja os vídeos grátisem tela cheia “fullscreen”
5. Bit Torrent.
Faça download de qualquer arquivo torrent, e assista usando Democracy. Tudo isto emum único aplicativo.
Abaixo, links para TV grátis na internet:


Band Sports
Acesse Band Sports
TV regional de Cascavel
Canal21 Cascavel
PLAY TV
Link para PLAY TV
TV LIBERAL
A programação ao vivo da TV Liberal está disponível somente nos horários dos telejornais ou durante eventos especiais produzidos localmente.
TV LIBERAL, acesse aqui
TV Brasilia
Link para TV Brassília
TV Rock
Shows de rock grátis
On Top TV
On Top TV, hits musicais e shows
All TV
Acesse All TV
TV CLIMATEMPO.
São vídeos com a previsão para o Brasil e para cada Região, além de notícias relacionadas à previsão do tempo e à agricultura.
Acesse Climatempo
TV Canal Internet.
Canais de TV web
TVs do mundo todo, em diferentes línguas:

Mais televisão gratuitamente atraves do computador (usando Windows Media Player).
TV Tuga
Outro link que traz TVs online grátis.
Spinner Guia de TVs online

OI FIXO e OI FLEX

Saiba mais sobre a mudança das contas de telefone da TELEMAR.

Recentemente tenho visto na TV a campanha publicitária da antiga TELEMAR, sobre o OI FIXO.

Fiquei curiosa sobre o que seria o OI FIXO.
De primeira mão descobri que a TELEMAR investiu muito para comunicar a adoção da marca única OI, para os serviços de telefonia fixa, móvel, internet e entretenimento, em substituição ao nome “Telemar”.

O Telefone Telemar virou OI FIXO.

A Velox agora é OI VELOX e vem com oferta de modem wi-fi, para acessar a internet sem fio em qualquer ponto da casa e foi anunciado o OI FLEX, com telefone fixo e móvel em um único aparelho.

OI FLEX é um serviço que permite ligações fixas e móveis com o mesmo aparelho, de acordo com a conveniência da tarifa pela localização do usuário, serviço similar também já oferecido pela Brasil Telecom.
Tem também o OI MIX, família de serviços convergentes, assim como o OI CONTA TOTAL, que reúne na mesma oferta telefonia móvel, fixa, longa distância e internet.

O OI CONTA TOTAL está oferecendo também TV por Assinatura, em parceria com a Sky+DirecTV, para as cidades do Rio de Janeiro e Niterói.

O investimento da TELEMAR nesta campanha, acontece ao mesmo tempo a mudança de Planos de Pulsos para Minutos, definidos pela Anatel como o Plano Básico de Minutos e o Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória (Pasoo), estão em discussão.

Os clientes da OI receberam uma comunicado por correio contendo com informações detalhadas sobre os planos em minutos oferecidos pela operadora, Plano Básico e PASOO, e também sobre os 12 planos alternativos de minutos do OI FIXO.

Os planos alternativos do OI FIXO oferecem a possibilidade de minutos da franquia não usados sejam válidos para o mês seguinte.

Os clientes que não optarem por um dos planos alternativos de minutos do OI FIXO ou pelo PASOO estarão, automaticamente, aderindo ao Plano Básico de Minutos, cujo custo da assinatura básica não será alterada e custará R$ 41,03.

PLANOS ALTERNATIVOS DE MINUTOS OI FIXO.

Os planos oferecem quatro opções de franquias de minutos para o cliente escolher de acordo com o seu perfil.
As opções de franquia, válidas para chamadas locais para telefones fixos, são de 230, 350, 500 e 1000 minutos, disponíveis em três tipos de planos:

  • Fale
  • Fale & Navegue Noite
  • Fale e Navegue Sem Limites.

Como promoção de lançamento, até 31 de dezembro de 2007, os clientes que aderirem ao plano falarão de graça nas ligações locais para telefone fixo no horário reduzido, nos dias úteis das 0h às 6h, sábados até as 6h e das 14h à 0h e domingos e feriados nacionais o dia todo. Já as chamadas locais para telefone móvel e chamadas de longa distância seguem mesma tarifa do Plano Básico em pulsos.

O detalhamento de conta é opcional e promocionalmente gratuito. Depois, será cobrado!
A OI atualmente opera em 16 estados brasileiros, inclusive com cobertura GPRS, incluindo: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão, Pará, Amazonas, Amapá, Roraima, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.
SAIBA MAIS:

Planos e Tarifas OI FIXO

Clique aqui para conhecer os planos para todos os Estados.

Preços Plano Minutos Fixo para RIO DE JANEIRO: OI FIXO FALE 230.

Configuração do Planos Plano Básico PASOO Oi Fixo Fale 230
Assinatura básica (R$) 41,03 41,03 43,90
Habilitação (R$) 54,55 54,55
Franquia RES 200 Minutos 400 Minutos 230 Minutos
Tarifa de completamento
(horário normal)
Não Tem 4 minutos* Não tem
Tarifa de uso excedente à
franquia (hor. normal)
Voz, a cobrar e internet
0,10110 0,03927* 0,15

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Plano de Migracao – Cronograma de Migração de Pulsos para Minutos
——————-
OI FIXO – PLANO MINUTOS

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Mais Notícias sobre o assunto:

Telemar sai de cena para a entrada da Oi como marca única

Pulsos para minutos

Mudança de planos de telefonia fixo. Quem tem telefone fixo deverá optar por um dos dois planos obrigatórios.

Agora é para valer! As chamadas serão computadas por minutos e não mais por pulsos.
A conversão do sistema de cobrança acontecerá entre março e julho de 2007.
O consumidor que não fizer sua opção até o final de julho cairá automaticamente no plano básico por minutos.

Quem tem telefone fixo deve optar por um dos dois planos obrigatórios criado pela ANATEL
O Plano Básico por Minutos tem uma franquia de 200 minutos, com tarifação mínima de 30 segundos. Ele é recomendado para quem faz chamadas de até 3 minutos. Um minuto de chamada custará aproximadamente R$ 0,09593.

Não haverá cobrança desta tarifa de completamento de chamada para este plano.

O Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória (conhecido como “Pasoo”) inclui 400 minutos de ligações, com tarifa de completamento de chamadas equivalente a quatro minutos. O PASOO é a melhor opção para quem faz ligações mais longas e para quem usa internet discada.
Um minuto de chamada custará aproximadamenteR$ 0,03682.
Neste plano haverá Tarifa de Completamento. Quando a ligação feita pelo consumidor é atendida, ele já paga por 4 minutos (tarifa de completamento) e este tempo é descontado do total da franquia. A partir daí, a cobrança é feita pelo tempo de utilização do telefone a cada 6 segundos.

Para não ter uma surpresa no fim do mês, quem já sabe que a maioria dos telefonemas que faz dura mais de três minutos, deve optar pelo Pasoo.

Andrew Brigmond

Explicando melhor a difrença de tarifas.

(Atenção: os valores exatos variam de acordo com cada região):

1 minuto

No plano básico por minutos, o consumidor paga exatamente o minuto cobrado neste tipo de plano – R$ 0,10. No PASOO, ele paga os 4 minutos da tarifa de completamento (R$ 0,15) mais o minuto de duração da ligação. No total, R$ 0,19. Isso significa que, no plano básico, a ligação será 88% mais barata.

2 minutos

No plano básico por minutos, o consumidor paga o tempo de duração da ligação – R$ 0,21. No PASOO, ele paga os 4 minuto da tarifa de completamento (R$ 0,15) mais os dois minutos de duração da ligação. Isso significa que, no plano básico, a ligação será 12% mais barata.

3 minutos

No plano básico por minutos, o consumidor paga o tempo de duração da ligação – R$ 0,31. No PASOO, ele paga os 4 minuto da tarifa de completamento (R$ 0,15) mais os três minutos de duração da ligação. Isso significa que, no PASOO, a ligação será 13% mais barata.

Qual dos dois planos é melhor: o básico ou o alternativo?

Depende do seu perfil de consumo. Se você usa o telefone para chamadas curtas, de menos de quatro minutos, o básico é o recomendado. Se suas ligações duram, em média, mais de quatro minutos, o alternativo é a melhor opção.
Por exemplo, se você for usuário da Telefônica, na cidade de São Paulo, você pagará no plano básico, utilizando os minutos da franquia, o equivalente a R$ 0,37 por uma ligação de dois minutos. No plano alternativo, a mesma ligação custará R$ 0,56.
Em contrapartida, uma ligação de 10 minutos, dentro da franquia, custa o equivalente a R$ 1,89 no básico e R$ 1,32 no alternativo.

Qual o melhor plano?

Atualmente as operadoras de telefonia cobram por pulsos, então não temos idéia de quantos minutos falamos por mês.
O IDEC, Instituto de Defesa do Consumidor, recomenda esperar pelo menos duas contas telefônicas em minutos para, a partir delas, analisar descobrir quantos minutos fala por mês e o tempo médio de suas ligações.
A princípio reduz valor cobrado no início da chamada, e parece ser bom negócio para quem fala pouco ao telefone. A cobrança por minuto deverá ser mais transparente, pois permitá ao usuário saber exatamente a duração das suas chamadas. Porém, o consumidor deverá traçar um perfil de uso do telefone e assim escolher o plano adequado ao seu consumo.

As operadoras de telefonica, como a TELEFÔNICA e TELEMAR, além dos planos estabelecidos pela Anatel, oferecem pacotes com vantagens para ligações em determinados horários ou dias da semana.
Na TELEFÔNICA o PLANO MEUS MINUTOS é um serviço opcional parecido com os planos de celulares PÓS-PAGOS. Você escolhe um plano de acordo com a quantidade de minutos que você fala durante o mês e tem suas ligações locais medidas em minutos. Ainda pode ter descontos nas ligações de celular e DDD.

Para quem opttar pelo Plano Meus Minutos até 30/04/07 terá o benefício de LIGAÇÕES GRÁTIS NOS FINAIS DE SEMANA até o final de 2007.

Preços PLANO MEUS MINUTOS de fixo-fixo

  • Plano 250- R$ 0,18
  • Plano 350- R$ 0,17
  • Plano 450- R$ 0,16
  • Plano 550-R$ 0,16
  • Plano 800-R$ 0,15
  • Plano 1200-R$ 0,14

No PLANO MEUS MINUTOS de fixo-celular, o valor é o mesmo R$ 0,72
Link para informações sobre o plano:Meus Minutos pela internet ou pelo telefone 0800 10 15 15.

A TELEMAR tem uma página dedicada ao assunto de migração de pulsos para minutos.
Há também um link para um Simulador, no qual o consumidor encontra uma tabela com os valores de quatro tipos de chamadas telefônicas com duração de 36 segundos a 10 minutos. Os clientes também podem fazer a simulação pelo telefone discando 103 31.

A CTBC também terá um simulador online : acesse aqui. Porém, o sistema ainda está em construção e deverá ser oferecido no final de abril.

A SERCOMTEL também promete simulador de consumo para esclarecer dúvidas sobre a cobrança por minutos. No site da deles é possível consultar 12 planos alternativos de minutos residenciais e 16 planos corporativos.

A BRASIL TELECOM ainda não disponibiizou m simulador de pulsos para minutos no ar. Contudo, no site da BRASIL TELECOM é possível consultar os valores de um dos 11 planos alternativos – de 400 a 20 mil minutos mensais – da linha Conta Completa, que a companhia começou a oferecer

Mais informações sobre este assunto de pulsos para minutos:

Especial publicado pel IDG NOW
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