Archive for the TV Category

TV Digital no Brasil

Tivo no Brasil

Será que o Sky+ ainda chega lá?

Quantas pessoas são aficcionadas por TV por assinatura, mas não conseguem assistir a seus programas preferidos devido a alguma incompatibilidade de horários? Quem não perdeu a estréia ou o final de uma série idolatrada, devido a um compromisso de última hora? Há alguns anos estas pessoas sonham com a disponibilidade do Tivo em terras brasileiras. O – Tivo – é um sistema de gravação digital automática de programas de TV, muito utilizado nos EUA. Também conhecido como gravador de vídeo digital (DVR – Digital Video Recorder) ou ainda “gravador de vídeo pessoal” (PVR – Personal Video Recorder). Explicando de uma maneira bem simples: o Tivo é um decodificador de TV por assinatura, compatível com sistemas de cabo e satélite, e que possui um software e um hard disk interno, permitindo a gravação digital de programas. Trata-se de uma caixa – na verdade um pequeno computador simplificado – capaz de gravar, armazenar e tocar vídeo digital. Um sonho de consumo para os amantes da boa TV. Mas, após vários contatos com a Tivo , ficamos sabendo que eles não têm plano algum de aportar no Brasil, segundo eles “…porque acreditamos que não há mercado para este sistema no Brasil”.

Por outro lado, há tempos existe um sistema semelhante ao Tivo , com alguns recursos a menos, mas que atende muito bem às principais necessidades de quem gosta de TV por assinatura. Trata-se do sistema Sky+. Semelhante ao Tivo , o Sky+ é um decodificador de TV digital via satélite, acoplado a um sistema de gravação em hard disk. O sistema é compatível com a TV por assinatura Sky , a qual se uniu no ano passado com a DiretcTV. O problema é que o sistema Sky+ tinha, até algum tempo atrás, um custo muito proibitivo para o mercado doméstico Brasileiro. No ano passado, um decodificador Sky+ com capacidade inicial para 50 horas de gravação, custava algo em torno de R$ 1.500,00 , à vista. Isso sempre fez com que a sua abrangência fosse muito restrita, e que o produto fosse praticamente desconhecido até mesmo pelos assinantes da Sky.

A boa notícia é que, desde o início do mês de julho, o sistema Sky+ sofreu uma queda significativa de preços, beneficiada pela redução dos impostos sobre equipamentos de telemática e pela quada do Dólar. O equipamento está disponível diretamente na Sky por R$ 399,00 em 10 vezes, para os assinantes atuais. Além disso, o equipamento passou por uma atualização significativa e agora armazena 100 horas de programas. O sistema é muito simples e intuitivo de ser utilizado, e toda a programação e o uso é feito por um controle remoto simplificado. Mas, não pense em algo como as antigas programações dos antigos videocassetes. Tudo é orientado na tela da TV. É possível programas gravações por horário, usar uma “pausa ao vivo” e retroceder ou avançar a imagens, dentre diversos outros recursos.
Isso sem falar que é possível a assistir a um canal e gravar outro, ao mesmo tempo, ou mesmo gravar dois canais simultâneamente. É algo genial para quem aprecia TV por assinatura.

A má notícia é que não é muito fácil falar com o atendimento da Sky. O telefone 4004-1001 demora uma eternidade para te colocar em contato com um humano. Nas vezes em que tentamos contato, a espera chegou a ser em torno de 20 a 30 minutos. Mas, depois que se consegue falar com um atendente, o atendimento é muito bom.

Tivo HD

Infelizmente o Sky+ não tem um recurso fantástico que o Tivo possui: a programação à distância. No Sky+ você precisa estar na sua TV, com o controle remoto na mão, para reservar ou programar a gravação. No Tivo você acessa uma página Web com uma senha, que permite que, através da Internet, você solicite a gravação de um programa mesmo estando a centenas de quilômetros do seu televisor. Isso sem falar na interface wireless… Mas creio que o Sky+ , filhote do Tivo , ainda chega lá. Uma excelente opção, enquanto o Tivo não vem. Se é que vem.

Mais sobre TV grátis, online, na web

A TV é o meio de comunicação mais poderoso de nossa cultura, e está de mudança para a internet.

Pesquisando sobre TV grátis na Web, encontrei o software Democracy Player.
Tão fácil como ligar a TV.
Democracy Player é um software para “tocar” video que traz o conceito de tv grátis online ou Internet TV. Com o Democracy TV Player, você assiste, baixa e gerencia vídeos on-line.
O programa de vídeo é gratuito, open-source e o funciona também como um leitor de canais de RSS.
O Democracy é uma mão na roda para as pessoas que gostam de assistir vídeo na internet, sejam eles do YouTube e do Google Video.
Alguns chamam de ‘TiVo para a internet’ ou ‘Firefox para vídeos’

A interface é muito fácil e o software disponibiliza ferramentas eficientes para você ver TV no computador.
O programa, possui um Channel Guide que já vem configurado com mais de 1000 canais de vídeo.
Estes canais de vídeos são fontes ( feeds) RSS que informam ao player qual vídeo ainda não foi baixado.
Ao abrir o programa, os novos vídeos dos canais de RSS são baixados automaticamente. Você também podem criar e compartilhar seu próprio canal de TV na internet.
O Democracy Player é gratuito, seu código é aberto, e é desenvolvido por uma organização sem fins lucrativos. Os desenvolvedores dizem que objetivo não é o lucro e sim, o oferecer a você a melhor experiência de vídeo possível. Os melhores vídeos de qualquer lugar na internet na tela do seu computador.
A televisão é o meio de comunicação mais poderoso de nossa cultura, e está de mudança para a internet.
Há uma grande oportunidade para que novas vozes sejam ouvidas. Mas se o vídeo na internet for dominado por apenas um ou dois grandes websites, nós todos teremos um grande problema.
Abertura, competição e descentralização fazem a internet funcionar.
Precisamos garantir que o vídeo online tenha a mesma liberdade.

Existe versões para os seguintes sistemas:

MACOSX versao 0.9.5.3: Download
Windows Version 0.9.5.3: Download
Linux Version: 0.9.5.3:
Download para Fedora
Download para UBUNTU
Download para Debian

Características do DEMOCRACY:

1. Assista todos os teus vídeos.
Assita qualquer formato de vídeo : Quick Time, Windows Media Player, MPEG, AVI, XVID. Organize sua coleção de vídeos, faça sua lista de favoritos e playlists.
2. Veja shows que são transmitidos grátis pela Internet.
Assine qualquer canal de vídeo RSS, podcast ou video blog. Explore os mais de 1000 canais que já são disponibilizados quando você instala o Democracy
3. Procure vídeos no You Tube.
Faça download esalve vídeos do YouTUbe, Google Video , Yahoo Video e de outros sites.
4. Tenha um TV em alta definição, em tela cheia, no seu computador.
Veja os vídeos grátisem tela cheia “fullscreen”
5. Bit Torrent.
Faça download de qualquer arquivo torrent, e assista usando Democracy. Tudo isto emum único aplicativo.
Abaixo, links para TV grátis na internet:


Band Sports
Acesse Band Sports
TV regional de Cascavel
Canal21 Cascavel
PLAY TV
Link para PLAY TV
TV LIBERAL
A programação ao vivo da TV Liberal está disponível somente nos horários dos telejornais ou durante eventos especiais produzidos localmente.
TV LIBERAL, acesse aqui
TV Brasilia
Link para TV Brassília
TV Rock
Shows de rock grátis
On Top TV
On Top TV, hits musicais e shows
All TV
Acesse All TV
TV CLIMATEMPO.
São vídeos com a previsão para o Brasil e para cada Região, além de notícias relacionadas à previsão do tempo e à agricultura.
Acesse Climatempo
TV Canal Internet.
Canais de TV web
TVs do mundo todo, em diferentes línguas:

Mais televisão gratuitamente atraves do computador (usando Windows Media Player).
TV Tuga
Outro link que traz TVs online grátis.
Spinner Guia de TVs online

Velox, Virtua e Speedy. Comparar preços.

Comparar custos e serviços de banda larga. Comparação entre os planos mensais da Velox (TELEMAR), do Virtua ( NET) e Speedy (Telefônica):


Velox 300 kbps Plano: R$ 63,00 Aluguel do Modem: R$ 20,00 Provedor de Autenticação: no mínimo, R$ 20,00 Total: R$ 103,00 Limitações: Download: 300kbps Upload: 150kbps (Valor correto da velocidade é 150kbps e não 128kbps. Dica enviada pelo Gerson.) Franquia: liberado Speedy Light 250 Plano: R$ 56,00 Aluguel do Modem: R$ 16,00 Provedor de Autenticação: no mínimo, R$ 20,00 Total: R$ 92,00 Limitações: Download: 250kbps Upload: 128kbps Franquia: 4GB Ultrapassado a franquia, é cobrado R$0,10 por cada MB adicional. Vírtua 2 Mbps Plano:R$ 99,90 Aluguel do modem: regime de comodato, não há taxa mensal. Provedor de Autenticação/Conteúdo: não é exigido. Limitações: Download: 2Mbps Upload: 300kbps Franquia: 20GB/mês Ao ultrapassar o limite, não é cobrado MB por transferência adicional. O usuário terá a velocidade limitada a 150kbps.

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PLANOS NET VIRTUA:

- – - – - – - – - – - – - – - Sem assinatura de TV a Cabo: NET VIRTUA 2MG=R$ 99,90 NET VIRTUA 4 MB=R$ 119.90 NET VIRTUA 8MB=R$ 219,90 Com assinatura de TV a Cabo ( novos clientes, base 2): NET VIRTUA 2MG=R$ 89,90 NET VIRTUA 4 MB=R$ 109,90 NET VIRTUA 8MB=R$ 209,90 Com assinatura de TV a Cabo ( velhos clientes, base 3): NET VIRTUA 2MG=R$ 79,90 NET VIRTUA 4 MB=R$ 99,90 NET VIRTUA 8MB=R$ 199,90 O mellhor plano, levando em conta custo e benefício é o plano VIRTUA de 4MB , mas deve-se levar em conta o protesto de muitos usuários contra limitacao de uso de programas peer-to-peer (P2P).

Fórum Internacional Software Livre – FISL

Acontece de 19 a 22 de abril de 2006, em Porto Alegre.

0 Fórum Internacional Software Livre será realizado de 19 a 22 de abril de 2006, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre.

As inscrições antecipadas encerrram-se no dia 13 de abril. Estudantes e integrantes de caravanas terão 50% de desconto.

Após 13 de abril, as inscrições só serão aceitas na Secretaria do evento, no Centro de Eventos FIERGS, do dia 19 ao dia 20 de abril, o valor cobrado será de R$ 100,00, e nos dias 21 e 22 será de R$ 80,00.

Estudantes terão 50% de desconto, mediante comprovante ou atestado de matrícula , e os membros de caravanas, mediante o código promocional emitido ao responsável pela caravana.

Programação Fórum Internacional Software Livre

A programação oficial do fisl7.0 foi segmentada em diversas trilhas: Desenvolvimento, Banco de Dados, Admininistração, Comunidade, Filosofia e Cultura Livre, Ecossistema do Software Livre, Desktop, Casos, Educação e Inclusão Digital, Jogos Livres e Multimídia. Tudo isso, para demonstrar a grande evolução na oferta de aplicativos ocorridas nos últimos anos, bem como análises das tendências projetadas para os próximos anos.

Na edição de 2005, o 6º Fórum Internacional Software Livre, reuniu representantes de mais de 11 países, participantes de todas as regiões brasileiras. Foram organizadas 31 caravanas para o evento. Os destaques ficaram com a Caravana do Norte, organizada pela Comunidade SOL e a caravana de Ourinhos, organizada pelo PSL-Ourinhos. Eles receberam uma premiação por serem consideradas as maiores caravanas do fisl6.0.

Os números do evento foram surpreendentes. Na Chamada de Trabalhos, que garante a participação da Comunidade Software Livre, foram recebidas 342 propostas, sendo 89 selecionadas, totalizando 222 palestrantes sobre dez macro-temas. O fisl6.0 teve, ainda, 500 expositores, 4.500 participantes e presença de 81 jornalistas de veículos de comunicação brasileiros e estrangeiros. Somando a tudo isso, a TV Software Livre contou com 12.350 telespectadores durante os 3 dias de transmissão via internet.

Confira a progrmação:

Uma das novidades deste ano está na possibilidade do participante selecionar as trilhas temáticas e visualizar aquilo que tem mais interesse em acompanhar.

A 7ª edição do Fórum inova também na homenagem que será feita a grandes hackers e cientistas da computação. A comissão organizadora do evento dará o nome dessas personalidades as salas do fisl7.0.

Sala Babbage:
Homenagem a Charles Babbage (26/dez/1791 – 18/out/1871), matemático inglês, filósofo analítico, engenheiro mecânico e cientista da computação, que foi o primeiro a idealizar o computador programável.

Sala Byron:
omenagem à condessa de Lovelace Augusta Ada King (10/dez/1815 – 27/nov/1852), que ocupa lugar de destaque na história como uma das primeiras mulheres a trabalhar em informática.

Sala Turing:
Homenagem a Alan Turing (23/jun/1912 – 7/jun/1954), matemático e criptógrafo britânico, considerado o pai da ciência da computação moderna.
A sala Church em homenagem a Alonzo Church, (14/jun/1903 – 11/ago/1995), matemático estadounidense que é responsável por alguns dos fundamentos da teoria científica computacional.

Sala Dijkstra:
Homenagem a Edsger Dijkstra (11/mai/1930 – 6/ago/2002), cientista da computação holandês, que recebeu em 1972 o prêmio A. M. Turing por contribuições fundamentais na área de linguagens de programação.

Sala Castilho:
Homenagem a José Mauro Volkmer de Castilho (1946 – 8/mar/1998), engenheiro e cientista da computação brasileiro responsável por pesquisas na área de bancos de dados e inteligência artificial.

Durante os quatro dias do Fórum, ocorrerão aproximadamente 250 palestras.
Este ano, o Comitê de programa do fisl7.0 recebeu mais de 350 propostas de palestras, maior número já registrado. Desenvolvimento, banco de dados, comunidade, filosofia, cultura Livre, ecossistema do software livre, serão alguns dos temas abordados durante o fisl7.0.

Sistema Democrático de Rádio e TV Digital

Frente Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital

CARTA
Frente Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital
Brasília, 04 de abril de 2006

Nas decisões acerca da implantação do Rádio e da TV Digital no País reside boa parte do futuro da produção cultural brasileira. Neste processo, achamos possível e fundamental garantir avanços para um novo modelo de comunicação para o Brasil.

Dora Mitsonia
Queremos democratizar as mídias, com a inclusão de mais atores na produção de conteúdo em rádio e TV; queremos um marco regulatório que prepare o Brasil para os desafios da convergência tecnológica; queremos que milhões de pessoas participem do maior programa de apropriação social das tecnologias de informação e comunicação da história do país; queremos fomentar uma cultura de participação e controle público da mídia; queremos impulsionar uma indústria audiovisual forte e plural; queremos ter na mídia a representação da diversidade cultural e regional brasileira; e queremos desenvolver a indústria nacional e, juntamente com o incremento da produção de conteúdo, gerar empregos e ajudar o país a superar o desafio da inclusão social. Em resumo, queremos utilizar o Rádio e TV Digital para impulsionar um projeto soberano e democrático de país garantindo direitos fundamentais consagrados pela Constituição Federal.

As decisões em curso podem ajudar o País a se desenvolver sob a égide do interesse público e promover a democratização das comunicações brasileiras. Mas também podem aprofundar os erros históricos cometidos na formação dos sistemas e mercados de radiodifusão no Brasil, com o acirramento de nossa dependência econômica em relação aos países mais ricos e produtores de tecnologia e conteúdo, além da continuidade do processo de concentração da mídia, com a falência do modelo de financiamento do setor e com a ausência de mecanismos de escoamento das produções audiovisuais independentes, locais e regionais. Ou seja, com a continuidade da prevalência dos interesses patrimonialistas e cartorialistas que sempre permearam as relações do Estado brasileiro com os grupos comerciais em detrimento dos interesses da população.

Com definições tão importantes a serem tomadas no próximo período, que incidirão profundamente na vida dos 180 milhões de brasileiros e brasileiras, nós – representantes de movimentos sociais e populares, organizações não-governamentais, sindicatos e associações de classe, conscientes da necessidade de somar esforços para participar politicamente do processo de tomada de decisão por parte do governo federal, constituímos na partir da presente data a Frente Nacional por um Sistema Democrático de Rádio e TV Digital.

A partir de hoje, atuaremos em conjunto para:
-mtornar o debate sobre a digitalização da radiodifusão brasileira realmente público, democrático, amplo e transparente;
- formular propostas acerca do modelo de implantação e exploração dos serviços e das opções tecnológicas e econômicas mais adequadas para o Brasil;
- defender a necessidade de que o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) respeite os objetivos dispostos no Decreto 4.901 de 2003, que o criou, tais como a democratização da informação e o aperfeiçoamento do uso do espectro de radiofreqüências, a inclusão social, o desenvolvimento da indústria nacional e a garantia de um processo de transição que não onere os cidadãos;
- defender um genuíno SBTVD a partir das inovações produzidas pelos pesquisadores brasileiros com a utilização de recursos públicos;
- reivindicar a implementação de uma política pública que vise o desenvolvimento de um Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD) com os mesmos princípios do SBTVD; e

- defender que as decisões tomadas abranjam também a definição de um marco regulatório que incorpore a convergência tecnológica e regulamente os artigos constitucionais que envolvem a área das comunicações, bem como a legislação infraconstitucional

Acreditamos que uma definição criteriosa, que conte com a participação dos diversos setores envolvidos no processo fará com que o Brasil tenha reais condições de desenvolver um sistema de comunicações que seja plural, diverso e verdadeiramente democrático. Uma decisão apressada e pouco transparente só beneficiará os grupos privados criando uma situação “de fato” que poderá inviabilizar a inclusão de milhões de cidadãos e cidadãs hoje excluídos do processo de produção e distribuição de informação e de conteúdos audiovisuais.

Integram a frente as seguintes organizações:

Abong – Associação Brasileira de ONGs
Abraço – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária

ABCCOM – Associação Brasileira de Canais Comunitários
ABCTEL – Associação Brasileira dos Consumidores de Telecomunicações
ABTU – Associação Brasileira de Televisão Universitária
Amarc – Associação Mundial de Rádios Comunitárias
AMP – Articulação Musical de Pernambuco
Aneate – Associação Nacional de Técnicos em Artes e Espetáculos
Associação Software Livre.org
Campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”
CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

CCLF – Centro de Cultura Luiz Freire
Central de Movimentos Populares do Rio Grande do Sul
Comunicativistas
CFP – Conselho Federal de Psicologia
Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CRIS Brasil – Articulação Nacional pelo Direito à Comunicação
CUT – Central Única dos Trabalhadores
Enecos – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
Farc – Federação das Associações de Radiodifusão Comunitária do Rio de Janeiro

Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas
Fittert – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão
Fittel – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações
FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação
FNPJ – Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo
Fopecom – Fórum Pernambucano de Comunicação
Inesc – Instituto de Estudos Sócio-Econômicos
Intervozes – Coletivo Brasil e Comunicação Social
Instituto de Mídia Étnica

MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos
Sindicato dos Jornalistas do DF
Sindicato dos Jornalistas de PE
Sindicato dos Jornalistas do RS
Sindicato dos Radialistas do DF
Sinos
SintPq – Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de São Paulo
STIC – Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e Audiovisual
TV Comunitária de Brasília
Ventilador Cultural

TV DIGITAL: a verdade.

O novo sistema de transmissão digital para a televisão vai entrar em operação no país.

Nos próximos meses, o novo sistema de transmissão digital para a televisão vai entrar em operação no país. Ele chega com a expectativa de uma imagem de melhor qualidade, mais canais, interatividade e maior possibilidade de difusão de conhecimento.
Porém, convém ficar atento a esta questão.

Chris Mallepalle

O Ministro das Comunicações Hélio Costa falo para a TVE sobre as mudanças que afetarão o telespectador no seu dia-a-dia, a partir da instalação da televisão digital.
Assista ao vídeo da entrevista aqui

Reproduzo aqui o excelente texto de Nelson Hoineff. Ele escreveu sobre a verdadeira naureza do embate da tv digital no Brasil.

A Embratel e a NET formalizaram na quarta-feira (8/2) o acordo para a distribuição de serviços de telefonia da primeira pela rede de cabos da segunda. Na prática, isso é o primeiro passo para a distribuição de serviços integrados de telefonia, dados e sinais de TV por assinatura, mais conhecido como triple-play.
Nos EUA, o assinante desse tipo de serviço já está pagando até 29,90 dólares por mês para ter acesso a chamadas nacionais ilimitadas, banda larga e sinais de TV via internet. Não poderia ser de outra maneira, aliás, porque todos esses sinais são da mesma natureza. A cobrança de chamadas telefônicas a cada vez que um número é discado tornou-se anacrônica há muito tempo.

O triple-play é a evolução natural da venda de serviços de comunicação convergentes. A questão está bem resolvida entre as operadoras de serviços de telefonia e de TV por assinatura, que compartilham vendas, instalação, distribuição de sinais de TV e transmissão de voz.
O mesmo está longe de acontecer no que diz respeito ao transporte de conteúdo. Há uma batalha entre rádiodifusores e operadoras de telecomunicações que se estende há anos – e que se intensificou com a aproximação do deadline para a definição do modelo brasileiro de televisão digital. As duas partes reconhecem a sinergia entre suas atividades, mas nenhuma quer abrir mão do que consideram seus direitos.

Convergência tecnológica
Os rádiodifusores têm apelado sistematicamente para a Constituição: sustentam que a Carta Magna já prevê a diferenciação de atribuições de um e outro e que, portanto, não há nada a mudar. As teles, por seu lado, adotam o discurso da situação de fato: defendem a tese de que cabe ao usuário a decisão sobre a forma que deseja receber serviços convergentes.
É por isso que a disputa entre teles e rádiodifusores acabou polarizando o debate sobre a implantação da TV digital no país em torno da questão da mobilidade. Os rádiodifusores têm usado o discurso da transmissão digital móvel aberta e gratuita como cláusula pétrea para o negócio. Essa posição aparentemente coincide com a do ministro das Comunicações Hélio Costa, e implica a escolha do padrão japonês ISDB, que permite a transmissão de sinais de televisão para aparelhos celulares sem a utilização de canais de telefonia.

As emissoras de televisão atribuem também às teles pressões para que esse tipo de transmissão não possa ser feita exclusivamente através das faixas dos rádiodifusores, e tenha que ser efetuada através de uma faixa adicional. Isso implicaria a escolha do padrão europeu DVB. As teles argumentam que isso já acontece hoje com o rádio. O usuário pode comprar aparelhos celulares que recebam sinais de rádio FM, mas os sinais de telefonia e de rádio trafegam em faixas separadas.
O foco principal da questão, no entanto, situa-se no sentido oposto. Os rádiodifusores querem evitar que as teles tenham o direito de produzir e distribuir conteúdo, o que representaria, segundo eles, uma concorrência desleal. O argumento principal é que todas as receitas dos rádiodifusores advém unicamente da venda do espaço publicitário e que a pulverização da oferta inviabilizaria os seus negócios. As emissoras batem na tecla de que, com capital estrangeiro restrito a 30% do controle, não há como fazer face às operadoras, que na sua maioria têm grandes investimentos externos.
Na quinta-feira (9/2), o ministro Hélio Costa admitiu que a convergência tecnológica vai mesmo forçar uma revisão nas leis que regem os setores da radiodifusão e das telecomunicações – além, eventualmente, da própria Constituição. O ministro não quer nem ouvir falar em mudar a Lei Geral de Telecomunicações para garantir às empresas de telefonia o direito de distribuir conteúdo. Vários setores insistem na mudança imediata da LGT e pedem o adiamento da decisão sobre a TV digital. Na internet circulam pelo menos duas listas colhendo assinaturas para isso. Mas, por enquanto, a única extensão de prazo foi de um mês (para 10 de março) e não há dúvida que a transição para o ambiente digital será definida por decreto.

Espaço da banalidade
Existem hoje no Brasil perto de 100 milhões de telefones celulares, quase 50% a mais do que o número de receptores de televisão. O número de usuários de vídeo móvel em todo o mundo cresceu quase 120% em 2005, para cerca de 50 milhões. Para o usuário, os aplicativos audiovisuais já são tão importantes quanto as aplicações telefônicas – e isso crescerá bastante nos próximos anos. O denominador comum entre o que pensam as teles e os rádiodifusores situa-se, portanto, na demanda por conteúdo.

Demanda por conteúdo não significa a distribuição do mesmo conteúdo por diferentes meios, mas de conteúdos originais para cada meio. Ninguém vai preferir ver a novela das 8 pelo celular, mas a necessidade da criação de conteúdos específicos vai crescer exponencialmente. Celulares T-DMB , lançados recentemente na Coréia, permitem recepção em alta qualidade de sinais de televisão distribuídos por operadores de TV para telefonia móvel. Por isso, é muito difícil olhar para o futuro da radiodifusão e das telecomunicações no Brasil sem enxergar a necessidade de uma profunda revolução nos mecanismos de construção de conteúdo.
Isto significa desde a pesquisa de modelos de conteúdo que levem em conta atribuições específicas das plataformas digitais – como a interatividade – até o desenvolvimento de mecanismos de produção adequados a essa demanda. É impossível, em resumo, pensar num ambiente de construção de conteúdo para a mídia convergente onde não estejam presentes, em grande escala, os produtores de conteúdo desvinculados das emissoras e, por que não, a própria academia. Não se deve esquecer que das universidades vieram as grandes contribuições para o desenvolvimento do modelo de TV digital que será implantado no Brasil.
Os rádiodifusores insistem que transmissões em HDTV são imprescindíveis para que a televisão brasileira possa manter sintonia com o desenvolvimento do meio no resto do mundo. Estão absolutamente corretos neste ponto. Mas a construção de uma programação original e competitiva é muito mais importante do que isso. A televisão por assinatura no Brasil acaba de aumentar seu share para 28%. O que isso reflete é o envelhecimento do modelo de programação da televisão aberta, que, cá entre nós, jamais foi um padrão para o mundo (exceto em espasmos da teledramaturgia) e atualmente é muito menos.
A verdade é que a televisão aberta brasileira não está fazendo jus ao extraordinário potencial do meio: ela está preguiçosa, antiga, pouco inspirada. Falta-lhe a auto-estima necessária para o aprimoramento, o que é condição para o desenvolvimento de qualquer atividade comercial ou cultural e, de resto, para o crescimento de qualquer ser humano.

Não é esse desprezo por si mesma que vai tornar a televisão mais competitiva num ambiente digital. As tardes de domingo não vão melhorar se a definição da imagem for maior e o áudio, mais intenso. A televisão só vai melhorar se conseguir crescer intelectualmente, renovar seu público, acompanhar pelo menos o desenvolvimento educacional da população, provar aos mais jovens que ela não é o espaço para a banalidade, mas para a criação, a invenção, a conquista das mentes e dos corações dos espectadores.

Mediocridade e excelência
As emissoras gostam de minimizar essa questão. Sustentam que a qualidade do que é produzido é questão de foro íntimo e que qualquer reflexão sobre isso significa uma tomada de posição em favor do controle externo ou até da censura.
Esse é um grande erro. A insistência nessa tese representa um dos maiores desserviços que a televisão aberta poderia prestar ao usuário e também à nobreza do veículo. Sugere que os grandes inimigos da televisão aberta não são as teles, muito menos as formas alternativas de produção e difusão de conteúdo. O inimigo está lá dentro, sustentando um modelo de construção de programação que só tem enfraquecido intelectualmente o veículo, afastando-o da população mais jovem e provocando resultados comerciais dos quais a própria televisão se queixa todos os dias. Quem não dá a mínima bola para isso não está defendendo a televisão aberta. Está servindo ao seu encolhimento.

A televisão digital que será implantada a partir do próximo mês no Brasil terá transmissões em HDTV e capacidade interativa através de uma linha de retorno que virá possivelmente pelas operadoras de telefonia ou de TV por assinatura. Muito provavelmente terá também a capacidade de enviar sinais para aparelhos celulares sem a intermediação das teles. Todos esses avanços vão imediatamente se incorporar aos novos paradigmas do meio e ficarão por aí, se as emissoras não aproveitarem a oportunidade para fazer o que de fato pode ser revolucionário para a televisão: a mudança dos seus padrões de qualidade e desempenho.
Isto só pode se dar com o reconhecimento que, ressalvadas as exceções de praxe, o que a televisão aberta brasileira está oferecendo neste momento ao espectador fica bem abaixo do respeito que as emissoras devem ter com o seu usuário e com a grandeza do meio que utilizam. E também com o entendimento que uma nova cultura – de programação e de utilização dos meios de produção – tem que tomar o lugar da convicção absurda, porém sedimentada, de que a televisão é o espaço da estupidez.
A verdadeira disputa na implantação da TV digital no Brasil não se dá entre os rádiodifusores e as teles. Ela acontece entre a mediocridade e a excelência. O lado que vencer essa batalha é que vai determinar o que será a televisão brasileira dos próximos 50 anos.

TV grátis pela Internet. PPlive

A StreamerOne, também em nova versão, inclusive para Linux.

A evolução do popular programa PPLive, TV grátis pela Internet , continua velozmente.
Apenas poucos dias depois do lançamento da versão PPLive 1.0.9.9 , aparece agora versão PPLive 1.1
O link para download direto do PPLive 1.1.0.7 para Windows :

http://www.pplive.nl/download_counter.php

A StreamerOne , também em nova versão, inclusive para Linux.
Já está disponível a nova versão alfa 02 do StreamerOne , o mais novo programa de TV pela internet (peer-to-peer) escolhido pela maioria dos internautas. StreamerOne permite a todos criarem uma verdadeira e própria TV internet sem problema de custo de banda ( transferência de arquivos)

A segunda versão alfa de StreamerOne par Windows (PC) não é compatível com a versão 01, que deve ser deletada da máquina antes da instalação da nova versão. Entres as novas funcionalidades, destaquepara melhor gerenciamento das conexões, função exit, função de gravar (record).Desde o dia 2 de dezembro, também esta disponível a versão alfa do StreamerOne para Linux .


StreamerOne
é um sistema de broadcasting capaz de distribuir streaming de audio/vídeo, com qualidade e a um número de usuários "teoricamente" ilimitado e concomintantes. Até algum tempo atrás, fazer transmissão de audio/vídeo ao vivo, através da internet, para milhares de usuários conectados ao mesmo canal ao mesmo tempo, era uma missão impossível ou que envolvia altos custos de desenvolvimento.
A distribuição de vídeo através de um steaming condicional (UNICAST) esta fortemente relacionado a fatores técnicos:

  • – capacidade da conexão digital desde o provedor até o backbone da internet;
  • - capacidade de processamento de informações do servidor (ou servidores) de streaming
  • - abilidade no balanceamento de carga dos servidores

O custo envolvido na implementação de serviço de streaming UNICAST , e consequentemente o valor gasto para fazer o sistema funcionar, é diretamente proporcional ao número de internautas (usuarios) conectados concomitantemente que você deseja atingir. Soma-se a esta conta, a qualidade de vídeo ( número de pixels para cada frame, número de frames por segundo) que se deseja transmitir.

StreamerOne é o primeiro sistema de video streaming P2P que utiliza tecnlogia, e experiência!, italiana.

http://www.streamerone.it