Katilce Miranda e Bono Vox? Orkut com 1 milhão de scraps.

23 de Fevereiro de 2006


Sonho realizado, imagem destruída

A jovem Katilce Miranda sobe a palco do show do U2, beija seu ídolo e é execrada na internet.
Assim escreveu, Lucas Francoio em seu Blog http://gettinginthering.zip.net/

Celia Martinez Bravo

Segundo O excelente artigo de Lucas, o ato impensado bastou para transformar Katilce Miranda no maior fenômeno jamais visto na internet.
Através do site de relacionamento Orkut , inúmeras comunidades foram quase que instantaneamente criadas, sob os mais variados títulos, em sua maioria, senão totalidade, de cunho pejorativo.

As más línguas estão dizendo que a garota Katilce será contratada pela Globo.
Segundo diferentes blogs, Katilce Miranda é a celebridade instântanea do momento, impulsionada pela popularidade impressionante obtida por seu perfil no Orkut.
Leia mais aqui:

http://gettinginthering.zip.net/katilce_miranda

TV DIGITAL: a verdade.

15 de Fevereiro de 2006


O novo sistema de transmissão digital para a televisão vai entrar em operação no país.

Nos próximos meses, o novo sistema de transmissão digital para a televisão vai entrar em operação no país. Ele chega com a expectativa de uma imagem de melhor qualidade, mais canais, interatividade e maior possibilidade de difusão de conhecimento.
Porém, convém ficar atento a esta questão.

Chris Mallepalle

O Ministro das Comunicações Hélio Costa falo para a TVE sobre as mudanças que afetarão o telespectador no seu dia-a-dia, a partir da instalação da televisão digital.
Assista ao vídeo da entrevista aqui

Reproduzo aqui o excelente texto de Nelson Hoineff. Ele escreveu sobre a verdadeira naureza do embate da tv digital no Brasil.

A Embratel e a NET formalizaram na quarta-feira (8/2) o acordo para a distribuição de serviços de telefonia da primeira pela rede de cabos da segunda. Na prática, isso é o primeiro passo para a distribuição de serviços integrados de telefonia, dados e sinais de TV por assinatura, mais conhecido como triple-play.
Nos EUA, o assinante desse tipo de serviço já está pagando até 29,90 dólares por mês para ter acesso a chamadas nacionais ilimitadas, banda larga e sinais de TV via internet. Não poderia ser de outra maneira, aliás, porque todos esses sinais são da mesma natureza. A cobrança de chamadas telefônicas a cada vez que um número é discado tornou-se anacrônica há muito tempo.

O triple-play é a evolução natural da venda de serviços de comunicação convergentes. A questão está bem resolvida entre as operadoras de serviços de telefonia e de TV por assinatura, que compartilham vendas, instalação, distribuição de sinais de TV e transmissão de voz.
O mesmo está longe de acontecer no que diz respeito ao transporte de conteúdo. Há uma batalha entre rádiodifusores e operadoras de telecomunicações que se estende há anos – e que se intensificou com a aproximação do deadline para a definição do modelo brasileiro de televisão digital. As duas partes reconhecem a sinergia entre suas atividades, mas nenhuma quer abrir mão do que consideram seus direitos.

Convergência tecnológica
Os rádiodifusores têm apelado sistematicamente para a Constituição: sustentam que a Carta Magna já prevê a diferenciação de atribuições de um e outro e que, portanto, não há nada a mudar. As teles, por seu lado, adotam o discurso da situação de fato: defendem a tese de que cabe ao usuário a decisão sobre a forma que deseja receber serviços convergentes.
É por isso que a disputa entre teles e rádiodifusores acabou polarizando o debate sobre a implantação da TV digital no país em torno da questão da mobilidade. Os rádiodifusores têm usado o discurso da transmissão digital móvel aberta e gratuita como cláusula pétrea para o negócio. Essa posição aparentemente coincide com a do ministro das Comunicações Hélio Costa, e implica a escolha do padrão japonês ISDB, que permite a transmissão de sinais de televisão para aparelhos celulares sem a utilização de canais de telefonia.

As emissoras de televisão atribuem também às teles pressões para que esse tipo de transmissão não possa ser feita exclusivamente através das faixas dos rádiodifusores, e tenha que ser efetuada através de uma faixa adicional. Isso implicaria a escolha do padrão europeu DVB. As teles argumentam que isso já acontece hoje com o rádio. O usuário pode comprar aparelhos celulares que recebam sinais de rádio FM, mas os sinais de telefonia e de rádio trafegam em faixas separadas.
O foco principal da questão, no entanto, situa-se no sentido oposto. Os rádiodifusores querem evitar que as teles tenham o direito de produzir e distribuir conteúdo, o que representaria, segundo eles, uma concorrência desleal. O argumento principal é que todas as receitas dos rádiodifusores advém unicamente da venda do espaço publicitário e que a pulverização da oferta inviabilizaria os seus negócios. As emissoras batem na tecla de que, com capital estrangeiro restrito a 30% do controle, não há como fazer face às operadoras, que na sua maioria têm grandes investimentos externos.
Na quinta-feira (9/2), o ministro Hélio Costa admitiu que a convergência tecnológica vai mesmo forçar uma revisão nas leis que regem os setores da radiodifusão e das telecomunicações – além, eventualmente, da própria Constituição. O ministro não quer nem ouvir falar em mudar a Lei Geral de Telecomunicações para garantir às empresas de telefonia o direito de distribuir conteúdo. Vários setores insistem na mudança imediata da LGT e pedem o adiamento da decisão sobre a TV digital. Na internet circulam pelo menos duas listas colhendo assinaturas para isso. Mas, por enquanto, a única extensão de prazo foi de um mês (para 10 de março) e não há dúvida que a transição para o ambiente digital será definida por decreto.

Espaço da banalidade
Existem hoje no Brasil perto de 100 milhões de telefones celulares, quase 50% a mais do que o número de receptores de televisão. O número de usuários de vídeo móvel em todo o mundo cresceu quase 120% em 2005, para cerca de 50 milhões. Para o usuário, os aplicativos audiovisuais já são tão importantes quanto as aplicações telefônicas – e isso crescerá bastante nos próximos anos. O denominador comum entre o que pensam as teles e os rádiodifusores situa-se, portanto, na demanda por conteúdo.

Demanda por conteúdo não significa a distribuição do mesmo conteúdo por diferentes meios, mas de conteúdos originais para cada meio. Ninguém vai preferir ver a novela das 8 pelo celular, mas a necessidade da criação de conteúdos específicos vai crescer exponencialmente. Celulares T-DMB , lançados recentemente na Coréia, permitem recepção em alta qualidade de sinais de televisão distribuídos por operadores de TV para telefonia móvel. Por isso, é muito difícil olhar para o futuro da radiodifusão e das telecomunicações no Brasil sem enxergar a necessidade de uma profunda revolução nos mecanismos de construção de conteúdo.
Isto significa desde a pesquisa de modelos de conteúdo que levem em conta atribuições específicas das plataformas digitais – como a interatividade – até o desenvolvimento de mecanismos de produção adequados a essa demanda. É impossível, em resumo, pensar num ambiente de construção de conteúdo para a mídia convergente onde não estejam presentes, em grande escala, os produtores de conteúdo desvinculados das emissoras e, por que não, a própria academia. Não se deve esquecer que das universidades vieram as grandes contribuições para o desenvolvimento do modelo de TV digital que será implantado no Brasil.
Os rádiodifusores insistem que transmissões em HDTV são imprescindíveis para que a televisão brasileira possa manter sintonia com o desenvolvimento do meio no resto do mundo. Estão absolutamente corretos neste ponto. Mas a construção de uma programação original e competitiva é muito mais importante do que isso. A televisão por assinatura no Brasil acaba de aumentar seu share para 28%. O que isso reflete é o envelhecimento do modelo de programação da televisão aberta, que, cá entre nós, jamais foi um padrão para o mundo (exceto em espasmos da teledramaturgia) e atualmente é muito menos.
A verdade é que a televisão aberta brasileira não está fazendo jus ao extraordinário potencial do meio: ela está preguiçosa, antiga, pouco inspirada. Falta-lhe a auto-estima necessária para o aprimoramento, o que é condição para o desenvolvimento de qualquer atividade comercial ou cultural e, de resto, para o crescimento de qualquer ser humano.

Não é esse desprezo por si mesma que vai tornar a televisão mais competitiva num ambiente digital. As tardes de domingo não vão melhorar se a definição da imagem for maior e o áudio, mais intenso. A televisão só vai melhorar se conseguir crescer intelectualmente, renovar seu público, acompanhar pelo menos o desenvolvimento educacional da população, provar aos mais jovens que ela não é o espaço para a banalidade, mas para a criação, a invenção, a conquista das mentes e dos corações dos espectadores.

Mediocridade e excelência
As emissoras gostam de minimizar essa questão. Sustentam que a qualidade do que é produzido é questão de foro íntimo e que qualquer reflexão sobre isso significa uma tomada de posição em favor do controle externo ou até da censura.
Esse é um grande erro. A insistência nessa tese representa um dos maiores desserviços que a televisão aberta poderia prestar ao usuário e também à nobreza do veículo. Sugere que os grandes inimigos da televisão aberta não são as teles, muito menos as formas alternativas de produção e difusão de conteúdo. O inimigo está lá dentro, sustentando um modelo de construção de programação que só tem enfraquecido intelectualmente o veículo, afastando-o da população mais jovem e provocando resultados comerciais dos quais a própria televisão se queixa todos os dias. Quem não dá a mínima bola para isso não está defendendo a televisão aberta. Está servindo ao seu encolhimento.

A televisão digital que será implantada a partir do próximo mês no Brasil terá transmissões em HDTV e capacidade interativa através de uma linha de retorno que virá possivelmente pelas operadoras de telefonia ou de TV por assinatura. Muito provavelmente terá também a capacidade de enviar sinais para aparelhos celulares sem a intermediação das teles. Todos esses avanços vão imediatamente se incorporar aos novos paradigmas do meio e ficarão por aí, se as emissoras não aproveitarem a oportunidade para fazer o que de fato pode ser revolucionário para a televisão: a mudança dos seus padrões de qualidade e desempenho.
Isto só pode se dar com o reconhecimento que, ressalvadas as exceções de praxe, o que a televisão aberta brasileira está oferecendo neste momento ao espectador fica bem abaixo do respeito que as emissoras devem ter com o seu usuário e com a grandeza do meio que utilizam. E também com o entendimento que uma nova cultura – de programação e de utilização dos meios de produção – tem que tomar o lugar da convicção absurda, porém sedimentada, de que a televisão é o espaço da estupidez.
A verdadeira disputa na implantação da TV digital no Brasil não se dá entre os rádiodifusores e as teles. Ela acontece entre a mediocridade e a excelência. O lado que vencer essa batalha é que vai determinar o que será a televisão brasileira dos próximos 50 anos.

Brrreeeport. O que é isto?

15 de Fevereiro de 2006


O quando efetivas e rápidas são os mecanismos de buscas que buscam novas palavras a parrtir de blogs.

Robert Scoble simplesmente pediu para que os leitores de seu blog adicionassem um termo nunca antes visto, Brrreeeport , em seus blogs particulares.

Por que ele fez isto?
Para analisar o quando efetivas e rápidas são os mecanismos de buscas que buscam novas palavras a parrtir de blogs.

Philippe Ramakers

Scoble postou seu pedido as 5:22pm on 11/02/06:
E ele reporta que 5 horas mais tarde:
Google’s Blog Search encontra outros 9 blogs com a palavra
IceRocket não encontra nenhuma vez o termo Brrreeeport
Feedster não encontra nenhuma vez o termo Brrreeeport

Technorati encontra 5 vezes a palavra Brrreeeport

No dia 14/02/06 as 10:32am:
Google’s Blog Search encontra 112 vezes a palavra Brrreeeport
IceRocket encontra 66
Feedster encontra 0
Technorati found 97
Yahoo’s main search encontra 5

Google’s main search encontra 0

No dia 15/02/06 as 8:00am
Y! Blog Search encontra 34 sites (incluindo 7 flickr imagens)
Y!’s main search encontra 361
Google’s Blog Search encontra 267
IceRocket encontra 130
Feedster encontra 211
Technorati encontra 273

Mais informações, em inglês, acesse o site do Robert.

Protesto dos usuários P2P contra NET Virtua Mega Flash

15 de Fevereiro de 2006

Um protesto acontecerá no dia 22/02/06, QUARTA FEIRA, um protesto “NET, QUERO MEUS P2P” de usuários de BitTorrent, Azureus, eMule contra a NET VIRTUA,

Eles pretendem reclamar das baixas taxas de velocidades em programas P2P, de troca de arquivos epla internet.Um vez que todos estejam de posse de protocolos de atendimento, ligarão no dia 23/02/06, para a ouvidoria da NET TV A CABO pedindo providências para o caso, e enviarão informações sobres este protesto para a mídia (jornais e TVs).
O número da ouvidoria do Virtua é 0800 7010180.

O grupo de usuários de P2P, presente em grupo de discussão - YAHOO GROUPS - sobre problemas de baixa taxa de download/upload, está cogitando a idéia de mover um processo coletivo na justiça em prol dos direitos deles.

O grupo “NET, QUERO MEUS P2P” até criou um F.A.Q ( Perguntas mais freqüentes) para orientar os que pretendem protestar:

1) Por que dia 22/2 gerar protocolo?
- Para que todos tenham tempo de tomar conhecimento e possam ligar.

2) Por que dia 23/2 contactar a ouvidoria?
- Os atendentes normais não podem fazer nada, muitas vezes nem sabem de nada. A ouvidoria é o departamento que representa o cliente junto à NET. Assim ficamos com as coisas separadas, dia 22 é apenas para gerar protocolo o volume mesmo deve ser dado sobre a ouvidoria no dia 23/2.

3) Minhas velocidades estão boas, então eu não vou ligar!

- Então, por favor, saía do grupo e não volte mais. Eu mesmo não tenho problema nenhum de velocidade, mas mesmo assim estou aqui buscando o que é o melhor para todos do grupo. Se para você, tudo está bom, ajude àqueles cujas velocidades ainda não estão.

4) Eu não fiquei sabendo da convocação, por isso não liguei!

- Todos ficarão sabendo. No começo, eu já previa que o grupo iria gerar um grande número de mensagens, por isso foi orientado ao pessoal gerar um filtro de e-mail que redirecionasse todas as mensagens do remetente quero_meus_p2p@yahoogrupos.com.br para uma pasta especifica. Hoje sei que muita gente não fez isso e até apontou o grupo como spawn. Tambem foi recomendado que caso vc não queira ler todas as mensagens tudo bem, mas que pelo menos lesse as dos moderadores pois elas dizem respeito a todos. Ainda assim, independente de tudo isso, neste fim de semana dia 11/02 eu estarei encaminhando manualmente a mensagem para 1 por 1 do grupo para que ela nem caia em spawn, nem em pasta esquecida e todos possam estar sabendo.

5) É, vou ligar lá, mas daí o que eu digo?

- No dia 22/02 faça a reclamação de sempre apenas para gerar um protocolo.
No dia 23/02 começe dizendo:

“Meu nome é tal, sou de tal cidade, e sou 1 dos 120 membros do Grupo “NET, QUERO MEUS P2P”. Hoje vcs estarão recebendo ligações de muitos membros pois esta é nossa primeira ação organizada”


No final, vocês digam:
“No dia 27/02 o moderador do Grupo “NET, QUERO MEUS P2P”, Eduardo Rodrigues, estará entrando em contato, em nome do grupo, buscando falar diretamente com a Sra. Vera Rennó, sobre a situação dos usuários em um âmbito geral”

6) E dái, depois disso como fica?

- Como vcs já perceberam até agora, nós já conversamos muito entre nós mas fizemos muito pouco em prol. de nossos direito. Eu vou vestir a camisa do grupo!! Dia 27/02 vou entrar em contato, não em meu nome, mas em nome do grupo e vou pedir esclarecimentos e tentam marcar uma conversa “pessoalmente” com a ouvidoria, mesmo que isso queira dizer
eu ter que sair de Curitiba e ir até São Paulo. Se o “pessoalmente” conseguir
tornar realidade, em conselho com os moderadores, e segundo aprovação de vocês, nós faremos uma lista de reivindicações, um abaixo assinado e eu estarei, em nome do grupo, encaminhando tudo isso pessoalmente para eles. Se o “pessoalmente” não sair, conjuntamente com os outros moderadores, e segundo aprovação da maioria do grupo, traçaremos as
novas metas de nosso movimento, seja levar ao conhecimento da mídia,da justiça comum ou abandono em massa das assinaturas e campanha de marketing negativo para a NET.
Conto com todos vocês nessa estapa,foi para isso que o grupo foi fundado e não existe outro motivo senão este para que todos façamos parte dele.

Limitação de P2P, BitTorrent e eMule, no VIRTUA MEGA FLASH

8 de Fevereiro de 2006

Os internautas preparam protesto contra o VIRTUA MEGA FLASH

Os internautas preparam protesto contra o VIRTUA MEGA FLASH, a conexão banda larga da NET tv a cabo. Em breve, os internautas que se sentem enganados pela companhia irão protocolar reclamações à ANATEL, e até uma ação conjunta, no Tribunal Especial de Pequenas Causas, está sendo cogitada. Um protesto virtual também está marcado para fevereiro. A data de tal evento está sendo mantida em segredo para que a empresa seja surpreendida por tais ações.
Dan Colcer
Dan Colcer

De acordo com muito usuários de P2P, o VIRTUA está limitando a velocidade de transferência de arquivos para programas P2P como BitTorrent,BitComet, Azureues e eMule. A velocidade de conexão nestes programas não passa de 20KB/ para download e 10Kb/s para upload.

Muitos usuários, ao ligarem para a NET e reclamarem da limitação de banda são informados que alimitação consta no CONTRATO, cláusula 08.08.
Parece que a limitação não é somente para P2P mais também para outros vários Servidores FTP, SMTP,POP3.

Os únicos planos que não apresentam bloqueios, são os planos empresariais.
Os usuários alegam que ao contratar o serviço não foram informados a respeito destas limitações de upload e downaload em programas P2P.

Outros usuários também reclamam que ao constatarem as limitações dos VIRTUA MEGA FLASH, requisitaram o retorno ao plano anterior, VIRTUA 300 e VIRTUA 600, e foram informados que estes planos não existem mais, e que eles não podem retornar ao plano que assinavam anteriormente.

Segundo a cláusula 08.08:

“O NOVO VÍRTUA, nas modalidades RESIDENCIAL e CONDOMÍNIO, não permite a disponibilização do(s) terminal(is) de computador a ele conectado(s) como servidor(es) de dados de qualquer espécie, inclusive: servidores Web, FTP, SMTP, POP3, redes virtuais privadas e quaisquer conexões entrantes que caracterizem ofertas de serviços pelo ASSINANTE, sendo tais disponibilizações exclusivas da modalidade EMPRESA.”

Como a própria cláusula diz, isso só é válido em conexões entrantes que caracterizam ofertas de serviços pelos assinantes.
O uso de P2P não fere essa cláusula.
A discussão, muito acalorada em Fóruns de Usuários presentes Internet, sobre o que pode ser considerado oferta de serviço pelo usuários do VIRTUA MEGA FLASH é o assunto da vez!